Protesto contra ministro foi legítimo, diz militante do PSTU

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil
 
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Marcello Casal Jr./ABr
Bras�lia - Presença do ministro da Educação, Fernando Haddad, causou tumulto no 30º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Manifestantes do PSTU exigiram que ele deixasse o local, o que acabou acontecendo

Brasília – Presença do ministro da Educação, Fernando Haddad, causou tumulto no 30º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Manifestantes do PSTU exigiram que ele deixasse o local, o que acabou acontecendo

Brasília – Para José Geraldo Corrêa Júnior, dirigente da central sindical Confederação Nacional de Lutas (Conlutas), as vaias destinadas ao ministro da Educação, Fernando Haddad, no 30° congresso da Confederação  Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) foram um protesto “legítimo” contra o que classificou de “invasão” do ministro.

“Um congresso de trabalhadores tem coisas a tratar que o patrão não pode saber”, disse hoje (19) o sindicalista em entrevista à Agência Brasil.

Corrêa Júnior, que é filiado ao PSTU, disse que não houve excesso por parte dos manifestantes, que chegaram a atirar pedaços de papel na direção do ministro.

“Foi aprovado um regimento neste congresso de que não entraria ninguém que não fosse delegado. A praxe é convidar autoridades para a abertura e não para participar de debates”, afirmou o sindicalista. Para ele, ao convidar o ministro para participar de debates no evento, a direção da CNTE mostrou “não ter compromisso com os profissionais da educação, mas sim com o governo Lula”.

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