Ministra afirma que não há “menor possibilidade” de racionamento de energia no país

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Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil
 
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Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Bras�lia - Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apresenta balanço de um ano do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

Brasília - Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apresenta balanço de um ano do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje (22) que não há a “menor possibilidade” de o Brasil passar por um novo racionamento de energia.

Segundo a ministra, a situação atual é “muito diferente” do quadro de 2001, quando o país enfrentou um “apagão” elétrico. As declarações foram feitas em entrevista coletiva após o balanço de um ano do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Palácio do Planalto.

De acordo com ela, em 2001, apenas 11,8% da matriz energética brasileira era térmica e hoje esse percentual chega a 20%, o que diminui os riscos de desabastecimento em períodos de queda nos níveis dos reservatórios de hidrelétricas.

Dilma Rousseff também afirmou que a prioridade no uso do gás natural são as usinas térmicas e não o abastecimento de veículos, por exemplo. “Hoje as fontes térmicas fazem parte estruturante da matriz energética. Não é apenas conjuntural”, ressaltou. Ela destacou que as termelétricas foram a solução encontrada para substituir usinas hidrelétricas com grandes reservatórios, por questões ambientais.

A ministra classificou de “uso menos nobre” a utilização de gás natural em carros particulares. “Fazer a conversão agora é uma temeridade. Existem duas alternativas, o álcool e a gasolina”, acrescentou.

Segundo Dilma, o uso do gás como combustível alternativo seria indicado especialmente para o transporte urbano de massa. “Quando falamos em eficiência energética, temos que olhar o uso eficiente de um determinado combustível”, salientou a ministra.

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