- O presidente [Lula] foi muito enfático. Ele cobrou responsabilidades. É inimaginável aprovar aumento de despesas sem dizer de onde virá o dinheiro. O presidente disse que ele tem a responsabilidade de só autorizar gasto quando tem o dinheiro. Por isso, temos de cumprir a nossa parte - sustentou.
Também participaram da reunião, no Palácio do Planalto, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, e da Previdência e Assistência Social, Luiz Marinho. Eles discutiram a repercussão de três projetos aprovados pelos senadores há duas semanas, os quais agora serão examinados pelos deputados.
O PLC 42/07 estende aos aposentados do INSS os mesmos reajustes reais concedidos ao salário mínimo
, enquanto o PLS 296/03 extingue o “fator previdenciário” na concessão de aposentadorias pelo INSS (pelo “fator previdenciário”, quanto mais jovem o aposentado, menor o valor da aposentadoria). O terceiro projeto (PLS 121/07 - complementar) regulamenta a aplicação dos gastos mínimos da União, dos estados e dos municípios com a área de saúde.
A líder petista ponderou que os dois projetos sobre aposentadorias mexem na estrutura da Previdência Social, significando “uma espécie de reforma previdenciária”. Ideli Salvatti disse que o governo não aceita tais mudanças “sem um debate profundo” por parte do Congresso e da sociedade, pois “a previdência é um pacto de gerações - uma geração trabalha para garantir a aposentadoria da geração anterior, e assim sucessivamente”.
O projeto sobre os gastos com saúde, na opinião da líder, pode ter uma solução dentro da reforma tributária, em discussão na Câmara. Lembrou que o financiamento da saúde estava sendo bem encaminhado, mas o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira ( CPMF
) levou o governo a rever sua estratégia.
Interrogada sobre a afirmação do presidente do Senado de que o governo deveria explicar por que não pode estender os reajustes do salário mínimo aos aposentados do INSS “mostrando seus números”, Ideli Salvatti ponderou que o Congresso conhece bem tais números, que constam da lei do orçamento da União.
- Os números são públicos. Não sei o que o presidente do Senado está desejando - disse.
Presidente do Senado diz que governo deve explicar por que não pode atender a aposentados






2 Comentários
Estudei no senai torneiro mecânico formado em 1958,natural de recife pe.trabalhei em S.Paulo 18 anos,e cheguei a ser chefe geral modesta parte pelo meu conhecimeto adquirido atravès do Senai.Nunca deixei de pagar a comtribuição do Inss. fico pensà porque Lula està fazendo isto com os aposentado pensionita tirando sàlario nosso.Espero ele tem pena de nos e pague os atrazados em relação ao sàlario minimo.estar nos matando de fome.Trabalhei tamto para nada.
a senadora Ideli esquece que contribuimos por 30 anos, isso nao sai de graça, agora voces mudaram as regras na metade do caminho, interessante que recursos para bolsa familia existem, contratar funcionarios sem concurso poe,me poupe dona Ideli Salvatti, quem voces pensam que somos? as eleiçoes estao chegando e se Deus quiser teremos que aguentar voces pior mais dois anos so e Deus protege os oprimidos com certeza.
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