O cenário para a inovação no Brasil está mudando rapidamente. Orçamentos são cada vez maiores e pesquisadores brasileiros estão na vanguarda da evolução de biocombustíveis e em outras áreas. Atualmente, o Brasil é o 15º maior produtor de publicações científicas, e, em menos de uma década, ocupará o 8º lugar.
Mas, no Reino Unido e no restante da Europa, a capacidade de inovação no Brasil é menos conhecida do que a dos demais países que integram o chamado “Bric”, que conta também com China, Índia e Rússia. Então, quais são as reais perspectivas para a ciência, tecnologia e inovação no Brasil durante os próximos dez anos?
Para responder essas e outras questões, a organização inglesa Demos acaba de concluir o documento Brasil: A economia de conhecimento Natural. O relatório, que é fruto de um trabalho de seis meses, é composto de entrevistas com líderes brasileiros, inovadores, cientistas e políticos e foi desenvolvido em parceira com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE/MCT).
O documento será lançado no próximo dia 8, em Londres, Inglaterra. Na oportunidade o professor Luiz Augusto Horta Nogueira, convidado especial do CGEE, falará sobre Bioenergia no Brasil. Também participam do evento o embaixador do Brasil, Carlos Augusto Santos Neves, e o chefe-executivo do UK Trade and Investiment, Andrew Cahn.
Veja aqui a programação do evento.
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia
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Fonte Primária: http://www.fundep.ufmg.br/homepage/noticias/6078.asp






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