Líderes da oposição criticam possibilidade de novo imposto para a saúde

Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília – Líderes da oposição criticaram a proposta da base aliada do governo de criar uma nova contribuição sobre movimentação financeira, de 0,1%, como forma de financiar a saúde pública. O líder do DEM na Câmara,  Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), disse que a oposição não apóia a proposta. “Nada que signifique aumento de impostos terá o nosso apoio. Acho que essa idéia da liderança do governo não tem a menor chance de prosperar”, disse.

Segundo ACM Neto, a oposição vota, na próxima semana, a regulamentação da Emenda 29, sem a criação de novas fontes de recursos para a saúde. Segundo ele, existem recursos do orçamento suficientes para que se amplie a atenção na área da saúde, sem que seja necessária a criação de novo imposto. “Isso parece que é uma chantagem da liderança do governo”, disse ACM Neto.

Para o líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP),  “uma idéia dessa, nesse momento, apenas vai desviar o foco das votações que a Câmara vem realizando. Não faz o menor sentido [a proposta do novo imposto para a saúde]. Todas as indicações são de que o governo tem excesso de arrecadação suficiente para cobrir o investimento previsto na Emenda 29. Não há necessidade de recurso adicional”, disse Aníbal.

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