Resumo dos Jornais de Hoje – 03/06/2008

03/06/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Gazeta Mercantil
Valor Econômico
Estado de Minas
Outros Jornais
Revistas

JORNAL DO BRASIL

-Milícias do Rio alarmam a ONU

– O relator da ONU para execução arbitrárias no Brasil, Philip Alston, levou ao Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, um quadro alarmante sobre a contaminação do aparato de segurança do Rio de Janeiro pelas milícias. Alston vincula a ação dos policiais a esses grupos, um dos quais torturou repórteres, na favela do Batan, em Realengo. “As relações ilícitas que esses milicianos mantêm com elementos mais poderosos das comunidades conduzem a contratos que permitem matar”, atesta o relator, que visitou Rio São Paulo e Pernambuco. Segundo o parecer, o número de mortes por confrontos com a policia cresceu 25% em relação a 2007.(págs.1 e A10 e A11).

– O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse, no Rio que as empresas de telefonia pagarão à internet de alta velocidade nas escolas públicas do país até 2025.(págs.1 e vida, Saúde & Ciência A24)

– A Amazônia perdeu, em um mês, o equivalente ao território da Cidade do Rio de Janeiro: 1.123Km2 da floresta foram desmatados. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Mato Grosso responde por 70% do desmatamento. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, considerou os número “preocupantes” e prometeu agir.(págs.1 e A7)

– Corregedor da Assembléia Legislativa do Rio, Luiz Paulo Correia da Rocha, abriu processo por quebra de decoro contra o deputado Álvaro Lins, que pode culminar na cassação de seu mandato. O deputado é acusado de integrar quadrilha que explorava caça-níqueis.(págs.1 A12)

– O presidente da Fundação Butantan, Isaias Raw, anunciou que até 2010 será iniciada a produção em série de uma vacina contra a dengue já testada nos EUA. Serão produzidas, em parceria com americanos, 30 milhões de doses por ano, para atender prioritariamente crianças e jovens.(págs.1 e A4)

– O Brasil já pode pedir a imposição de sanções que compensem os danos dos subsídios concedidos aos produtores de algodão dos EUA. A iniciativa tem o aval da Organização Mundial do Comércio (OMC), que endossou ontem a reclamação brasileira. O governo recebeu a decisão com grande satisfação”, mas ressalta que sua queixa envolveu um conjunto amplo de produtos agrícolas americanos, beneficiados por subsídios.(págs.1 economia A17)

FOLHA DE SÃO PAULO

-Desmatamento cresce e Minc quer prender bois

– O Deter, sistema do governo que faz detecção em tempo real, registrou alta no desma- tamento da Amazônia. De agosto de 2007 a abril de 2008, o sistema enxergou 5.850KM2 desflorestados na região. De Agosto de 2006 a junho de 2007, o Deter apontara 4,974 Km2. O aumento foi verificado ainda antes do período completo de observação da Amazônia, que vai até Julho e antecede a estação seca quando o desmate na região é maior. Em abril, foram devastados 1.123Km2, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Em reposta, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) disse que vai apreender gado em áreas desmatadas ilegalmente. Minc atribuiu á pecuária parte da culpa pelo desmatamento e batizou a ação de “boi Pirata”: “È um recado de combate a impunidade do crime ambiental”. Como o ministro havia antecipado, Mato Grosso foi o Estado líder no desmate em abril, com 794,1Km2. O secretario estadual de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan, voltou a contestar os dados do Inpe e disse que eles carecem de checagem; o instituto nega.(págs.1e A4 a 8)

– Em reposta ao desastre imposto pela alta nas commodities, Carlos Minc, o “performer”, anuncia que vai mandar prender… os bois. Isso mesmo: os bois cujo único crime é pastar em área cuja floresta algum humano derrubou. Ora, não seria mais efetivo prender os donos das terras? Mas isso o governo não faz por duas razões. Primeiro, para não criar caso em ano de eleição. Depois, porque nem Minc nem ninguém sabe quem é dono da terra na Amazônia.(págs.1 e A4)

O Brasil obteve vitória definitiva na OMC (Organização mundial do Comércio) contra os subsídios concedidos pelo EUA ao algodão. O tribunal considerou a ajuda oficial americana ilegal e prejudicial aos produtores brasileiros. Com a decisão, o Brasil pode aplicar retaliações contra os EUA.(págs.1 e B12)

– A matriz da rede Mcdonald`s nos EUA tinha conhecimento da contração de lobistas para modificar regras tributárias no Brasil em seu beneficio, afirmaram à justiça dois ex-vice-presidente da empresa no pais. O Objetivo era alterar a legislação para recolher menos Imposto de Renda. A Mcdonald`s pagou R$ 4,45 Milhões a um escritório de lobby – R$ 1,5 milhão destinado aos auditores dias depois da alteração favorável á empresa, assinada pelo então secretário da Receita, Everardo Maciel, que nega ter beneficiado a rede. A Mcdonald`s não comenta o assunto. (págs.1 e B3)

– Estudos encomendados ao Ibope pela Prefeitura de São Paulo mostra que, dos moradores da capital paulista que utilizam o SUS (sistema Único de Saúde), 15% – 1,14 milhão de pessoas- possuem algum plano de saúde. Para especialistas, a pesquisa mostra que o serviço privado deixa a desejar em alguns aspectos. Os planos de saúde não cobrem gastos com medicamentos, hemodiálise e a maioria dos transplantes, entre outros.(págs.1 e C1)

– Setores do comércio e da indústria ligados à agropecuária pararam por duas horas na Argentina, diante da negociação interrompida com o governo em um conflito que já dura 85 dias. No principal protesto, os ruralistas reunirão 30 mil pessoas. O locaute pode ser estendido até sexta. (págs.1 e A14)

O ESTADO DE SÃO PAULO

– Em um mês, a Amazônia tem área desmatada do tamanho do Rio.

-O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou em abril 1.123 km2 de floresta derrubada ou altamente degradada na Amazônia – uma área equivalente à do município do Rio de Janeiro. Em março o satélite do Inpe havia acusado apenas 145Km2 de desmatamento. Por causa da cobertura variável de nuvens, não é possível saber quanta floresta foi destruída em cada mês, mas os dados não deixam dúvida sobre a tendência aumento. “Há um processo de degradação crescente e isso nos preocupa muito” afirmou Gilberto Câmara, diretor do Inpe. “A tendência continua a ser de alta”, disse Adalberto Veríssimo, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia. O Estado com a maior área desmatada em abril foi o Mato Grosso, seguido de Roraima. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, culpou soja e gado pela devastação. (págs. 1, A15 e A16)

– As exportações atingiram em maio o maior valor da história – US$19,306 bilhões – e o Brasil teve superávit comercial de US$4,077 bilhões. O resultado foi influenciado pelo fim da greve dos auditores da Receita e pela alta dos preços de produtos como soja e ferro. (págs. 1 e B7)

– Depois de anos de julgamentos, o Brasil venceu a mais polêmica disputa sobre subsídio agrícola: a Organização Mundial do Comércio declarou irregular o incentivo dos Estados Unidos e a seus produtores de algodão. Mas, politicamente, o Brasil teme aplicar retaliações. (págs. 1,B1 e B3)

– O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Robson Marinho viajou à França para assistir aos dois jogos finais da Copa do Mundo de futebol de 1998 com despesas pagas por empresas do Grupo Alstom, cujos contratos com o governo paulista ele julgou e aprovou depois. Um desses contratos está sob investigação do Ministério Público suíço. A Alstom é suspeita de pagar propina a integrantes do governo paulista. (págs. 1 e A4)

O GLOBO

Amazônia perdeu em Abril área equivalente a do Rio

– Somente em abril, foram desmatadas da Amazônia 1,123 Km2, quase a mesma área de todo o município do Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O estado que mais derrubou a floresta foi Mato Grosso, do governador Blairo Maggi: 794,1Km2 (70,8% do total). Para o Inpe, o balanço de Abril comprova o crescimento acelerado da devastação no período de 12 meses entre Agosto de 2006 e Agosto de 2007, o sistema Deter apontou 4.974Km2 de desmatamento . Nos nove meses entre Agosto de 2007 e abril de 2008, 5.850Km2 já foram derrubados. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, admitiu que a alta no desmatamento é preocupante e anunciou que o governo iniciará uma ofensiva ao “boi pirata”: haverá apreensão de gado criado em pastagens ilegais. O secretário de Meio Ambiente de Mato Grosso atribuiu parte da culpa pelo desmatamento aos índios. Maggi minimizou os números. (págs.1 e 3 e 4)

– O Conselho de Ética da Câmara abre hoje processo contra o deputado Paulinho (PDT-SP), investigado na Operação Santa Tereza. Para evitar a perda do mandato, se for cassado, ele tem de renunciar antes da abertura do processo. (págs.1 e 5)

– A venda de jornais cresceu 2,57% em todo o mundo em 2007, para 532 milhões de exemplares diários, divulgou a Associação Mundial de Jornais (AMJ). Na América Latina, a expansão foi puxada pelo Brasil, com aumento de 11,8% nas vendas.(págs.1 e 25)

– Os Preços dos alimentos puxaram a alta de 46,55% da cesta básica do Dieese nos últimos 12 meses. Houve aumento em 14 de 16 capitais pesquisadas. Carne bovina, pão francês, leite e tomate subiram em todas. (págs.1 22 e editorial “União de forças”)

– Um projeto em fase de votação no Senado para ampliar benefícios para pequenos agricultores e a tarifa social de energia elétrica – aplicada a famílias de baixa renda – poderá encarecer a conta de luz entre 2% e 4,25% no país. Pelo texto, as empresas distribuidoras teriam que arcar com custos adicionais de R$ 1 bilhão, podendo repassá-los aos consumidores. (págs.1 e 21)

GAZETA MERCANTIL

-Endividamento menor estimula onda de fusões

– Empresas menos endividadas e o crescimento econômico brasileiro tendem a sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no País. Os dois graus de investimento recentemente conquistados dados pela Standard & Poor’s e pela Fitch também ajudam, em especial na direção de uma maior participação de estrangeiros nesses negócios. Levantamento da consultoria Economatica com 283 empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), excluindo bancos, mostra queda de quase dez pontos percentuais no endividamento das companhias. A relação patrimônio líquido/dívida bruta caiu de 67,1% em 2005 para 58,8% em 2007.

“Antes não havia opção, mas agora as empresas fazem seus IPOs, reduzem seu endividamento e, num segundo momento, vão ao mercado”, diz Luis Motta, sócio de finanças corporativas da consultoria KPMG. Para o líder da área de finanças corporativas da Delloite, José Paulo Rocha, a tendência é de um crescimento maior das F&A em três setores: infra-estrutura, TI e varejo. No primeiro trimestre do ano foram feitas 117 transações no País, um crescimento de 24% sobre igual período de 2007, sendo 24% no setor de serviços, 8,5% em TI e 8,5% em alimentos, segundo a consultoria.

O aumento do número de F&A tem levado à criação de empresas para atuar no ramo. É o caso do que ocorreu no ABC, banco que criou uma área para atender empresas com faturamento de R$ 50 milhões a R$ 300 milhões. “Uma das vantagens que temos nessa concorrência é que, como banco, oferecemos o financiamento para as operações”, diz o responsável pela divisão de fusões e aquisições do ABC, Carlos Luftalla. Outro exemplo é a G 5 Advisors, há um ano no mercado e cujo foco também são transações de menor porte.(págs.1 e B1)

– O Palácio do Planalto não tem certeza se conseguirá os votos necessários para aprovar a Contribuição Social para a Saúde (CSS). O governo afirmou que, sem a contribuição, não terá dinheiro para o SUS. (págs. 1 e A8)

– Embraer na frota da Presidência do Brasil (págs 1 e C9)

– Petrobrás: Estatal fecha a compra de Gás Natural Liquefeito (GNL) (págs. 1 e C6)

– BNDES: Banco liberou R$76 bilhões em 12 meses.(págs. 1 e A4)

– O crescimento do fluxo de comércio exterior brasileiro fez surgir também o interesse de investidores nacionais e estrangeiros na construção de portos no País. Porém, entraves na legislação podem atrasar ou impedir os investimentos. “Estamos assessorando um grupo de empreendedores que está estruturando um projeto para a construção de novos terminais portuários” diz o advogado Eduardo Lima, do Lefosse Advogados. “Estamos atendendo cinco projetos portuários dessa natureza”, afirma José Virgílio Lopes Enei, do Machado, Meyer, Sendacz e Opice. A estimativa, diz Lima, é que os investimentos poderiam ultrapassar US$ 5 bilhões. O problema está na insegurança jurídica que a legislação traz aos investidores. Segundo uma lei de 1993, é possível a construção de portos privativos de uso misto, ou seja, para escoamento de carga própria e de terceiros, sem estipular percentuais. Mas uma resolução publicada em 2005, que também não define percentuais, prevê movimentação anual de carga que justifique a implementação de um porto. “É necessária uma regulamentação mais apropriada para evitar insegurança ao investidor.” diz Lima. A Associação Brasileira de Terminais de Contêineres de Uso Portuário (Abratec) entrou com uma ação judicial em que alega que esse tipo de serviço só pode ser executado por licitação pública. “Há um entrave, porque um processo desse pode levar anos”. Diz Enei. (págs. 1 e A10)

– A balança comercial fechou maio com superávit de US$4,077 bilhões e superou o US$1,743 bilhão de abril. No ano, o saldo atingiu US$8,655 bilhões, abaixo dos US$16,758 bilhões em igual período de 2007. (págs. 1 e A5)

– Para a decepção dos usineiros brasileiros, os preços do etanol não decolaram como os da gasolina no mercado norte-americano, como era esperado. Com isso, exportar álcool para os Estados Unidos pode dar em prejuízo. Desde meados de abril, quando os preços da gasolina e do álcool começaram a se descolar nas bolsas de futuros dos EUA, a cotação do etanol caiu 5,1%, para US$2,40 o galão (de 3,785 litros). O preço da gasolina subiu 15,2%, para US$ 3,40.

O mercado reflete a superprodução de etanol nos EUA, diz Mário Silveira, analista de gerenciamento de risco da FCSTone. Somente em março os EUA fabricaram 730 milhões de galões, 39 milhões a mais que a demanda do mês, e ainda importaram 24 milhões de galões. “Os distribuidores e produtores estão bem abastecidos. A produção tem batido recorde e deve atingir 9 bilhões de galões (34,065 bilhões de litros, cerca de 10 bilhões de litros a mais do que a brasileira) previstos para este ano”, afirma Silveira.

O metro cúbico do etanol está valendo US$ 660 na usina nos EUA, valor máximo que o produto do Brasil deveria entrar no país para competir. Isso representa na usina brasileira receita de R$ 0,68 por litro – ao câmbio de R$ 1,66, taxa de importação de US$ 143 por metro cúbico, US$ 60 de frete marítimo e da usina no Brasil até o porto, e taxas de US$ 47 por metro cúbico. O valor é 4,2% menor que o custo médio de produção (R$ 0,71) nas usinas de São Paulo, segundo a Datagro.(págs.1 e C1)

– A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou ontem um pacote de medidas para compensar a alta do petróleo. O governo fará um aporte de US$ 1 bilhão num fundo para subsidiar os combustíveis no país. A economia chilena sente o impacto do preço, desacelera e a inflação atingiu 8,3% nos últimos 12 meses até abril. O valor é recorde, diz o pesquisador do OPSA, Flávio Leão Pinheiro. “É praticamente igual ao total já aplicado neste fundo, que foi criado no início dos anos 1990.”A medida é considerada insuficiente para os caminhoneiros, que marcaram greve geral de 48 horas a partir de hoje.(págs.1 e A14 e 15)

– A Vale do Rio Doce foi o principal destaque em cerimônia que premiou executivos e empresas com as melhores práticas de relações com investidores em 2007. A mineradora conquistou o troféu em sete categorias, entre eles o gran prix de melhor programa de relações com investidores de empresas “large cap”. Ontem, após participar da abertura do 10° Encontro Nacional de Relações com Investidores, promovido pelo Ibri, a presidente da CVM, Maria Helena Santana, disse que as investigações para apurar possível vazamento de informações anteriores ao anúncio de tratativas entre Banco do Brasil e Nossa Caixa devem durar cerca de um ano. “Tem sido o período médio para concluir processos desse tipo”, disse ela. Noreen Culhane, vice-presidente da Bolsa de Nova York (Nyse Euronext), destacou que o Brasil está no topo da lista dos investidores globais e deve atrair maior interesse para os derivativos.(págs.1e A10)

CORREIO BRAZILIENSE

– Rogai por nós devastadores

Em apenas um mês, o desmatamento na Amazônia consumiu uma área equivalente à da cidade do Rio de Janeiro. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam que em abril, a floresta teve 1.123km2 devastados. O estado de Mato Grosso é recordista na destruição. O ministro Carlos Minc (foto) que substituiu Marina Silva em meio a pesadas críticas à política ambiental do governo Lula, está pessimista. “A gente pode torcer e rezar, mas dificilmente vamos ter, em 2008, um número inferior a 11 mil km2, constatado em 2007, disse Minc, “O pior ainda está por vir”, anunciou. (págs. 1 e 11)

– Se quiser aprovar a Contribuição Social para a Saúde na Câmara, o governo precisa solucionar dois problemas: convencer os aliados a criar um imposto em ano eleitoral e conter a sanha por cargos e verbas. A expectativa é reunir até quarta-feira, data prevista para a votação, 290 votos favoráveis, 30 a mais que o mínimo necessário para a proposta vingar. (págs.1 e 2)

– Caixa Econômica Federal dispensará terceirizados e convocará até o final do ano 1,6 mil aprovados em concurso de 2004 e outras 1,5 mil que farão seleção no próximo dia 29. (págs. 1 e 14)

– Em encontro com o presidente da Itália, secretário-geral da Organização das Nações Unidas admite estudar convocação dos países produtores e consumidores. (págs. 1, 14 e 15)

VALOR ECONÔMICO

– Apesar da inflação, Estados reduzem o endividamento.

-A arrecadação dos Estados deu um salto, bateu a inflação e fez os níveis de endividamento caírem no primeiro quadrimestre. O feito foi obtido por pelo menos 13 Estados, mesmo com a alta de 10,42% em 12 meses, até abril, do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que corrige as dívidas. Com a alta da inflação, o estoque da dívida consolidada líquida foi maior em abril do que em 31 de dezembro, mas a disparada das receitas, especialmente do ICMS, garantiu a redução na relação entre dívidas e receitas. Com o aumento nominal de 16,18% da arrecadação do imposto a relação dívida-receita de São Paulo declinou de 1,7 em dezembro para 1,62 em abril. Em Minas, a alta de 21% na arrecadação do tributo jogou para baixo o nível de endividamento – de 1,87 para 1,6. Santa Catarina seguiu a tendência, com redução de 0,9 para 0,79. Não foi apenas o excelente desempenho do ICMS que trouxe tranqüilidade aos cofres estaduais nos primeiros quatro meses do ano.

O Rio obteve R$642,1 milhões em recursos adicionais ao antecipar o resgate dos Certificados Financeiros do Tesouro, indexados ao IGP-DI. Altas dos royalties do petróleo e de participações especiais completam o resultado. O índice do endividamento fluminense caiu 1,73 em dezembro para 1,61 em abril. A Bahia contou com a colaboração especial das transferências governamentais, que cresceram 33,6% e passaram a representar 40,6% da receita corrente líquida. Em abril de 2007 eram 38,2%. Embora suas receitas caminhem mais rapidamente que a evolução das dívidas da União, o Rio Grande do Sul não conseguiu se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal. A legislação determina que até 2016 todos os Estados devem chegar a uma dívida consolidada líquida de no máximo duas vezes maior que a receita líquida. A aceleração do IGP-DI frustrou a intenção do governo gaúcho. A relação entre dívida e receita do Estado foi de 2,40 – e precisaria ser de 2,38. (págs 1 e A6)

– A matriz energética brasileira está mais limpa. Os produtos derivados da cana-de-açúcar são hoje a segunda fonte de energia no país e respondem por 16% do consumo, atrás apenas do petróleo. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta o etanol como o grande responsável pela escalada da cana entre as fontes primárias de energia. Enquanto os preços do petróleo disparam, com pressão nos custos e alto impacto na inflação dos alimentos, o etanol avança na competitividade, com ganhos nas lavouras e destilarias. Enquanto o preço do barril de petróleo já supera US$130, o de etanol equivalente custa US$30. A Conab prevê para este ano recordes de produção de cana e ao mesmo tempo, expansão da safra de grãos para 142,1 milhões de toneladas. A revista “Valor Especial – Etanol de Cana-de-açúcar” circula hoje com o Valor e sua versão em inglês (capa ao lado) será distribuída na reunião da FAO sobre segurança alimentar em Roma, com a participação do presidente Lula. (pág.1)

– A balança comercial registrou superávit de US$4,077 bilhões no mês passado, maior valor mensal do ano. No acumulado de janeiro a maio, o saldo de US$8,655 bilhões é quase metade do observado no mesmo período de 2007. (págs 1 e A4)

– O órgão de apelações da OMC confirmou decisão da entidade condenando subsídios concedidos pelo EUA à produção de algodão, em disputa aberta pelo Brasil, que avalia sanções contra produtos americanos. (págs. 1 e A4)

– O governo chinês estuda a adição de 5% de biodiesel ao óleo diesel vendido no país até o fim do ano. A medida, ainda em discussão com as refinarias, também poderá ser implementada apenas em algumas regiões. (págs, 1 e A11)

ESTADO DE MINAS

-Minério de ferro

-Supervalorização de 374% em sete anos dá esperança de redenção econômica em municípios de quase todo o estado, que terá investimentos de US$ 11,2 bi até 2011.(págs.1)

TRE pune propaganda no Orkut.(págs.1)

OUTROS JORNAIS

JORNAL DO COMMERCIO

Crianças envenenadas em festa infantil

Alta dos alimentos faz preço da cesta básica disparar no Recife

Soldado assassinato ao enfrentar gangue em Camaragibe

Professor produtivo ganhará 14o. salário

Começa hoje o recall de 511.116 veículos da Volks

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Fonte: Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.

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