Resumo dos Jornais de Hoje – 04 de junho de 2008

04/06/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Gazeta Mercantil
Valor Econômico
Estado de Minas
Outros Jornais
Revistas
 

 

JORNAL DO BRASIL

– Milícias: 10 denúncias por dia

 

– O número de ligações feitas desde janeiro para o Disque-Denúncia, 1550- média de 10 por dia – indica o repúdio da população aos milicianos que exploram 2 milhões de moradores em 63 comunidades carentes. No caso dos jornalistas torturados, já foram 18 chamadas com informações, incluindo nomes e endereços de suspeitos. O secretário de Segurança José Mariano Beltrame já fala em “limpeza da PM”. (págs. 1 e A10 e A11)

 

– O presidente Lula disse, em Roma, que o petróleo encarece os alimentos em até 30% e que o etanol funciona como colesterol: o brasileiro de cana, é bom e não poluente; o de milho, dos EUA, é ruim. (págs. 1 e A17)

 

– A Contribuição Social para a Saúde (CSS), tributo que pode substituir a CPMF, será votada hoje na Câmara. Governistas corriam ontem contra o tempo para garantir o apoio de aliados que estão divididos. Na tática para convencê-los, o atendimento de garantias à bancada da saúde, como um crédito suplementar para o setor. O DEM fechou questão contra o novo imposto. (págs. 1 e País A3)

 

– Embora tenha registrado um crescimento de 0,2% em abril, diante de 0,4% em março, a produção industrial do país se mantém estável, segundo avaliação do IBGE. De janeiro a abril, a expansão de 7,3% em relação ao mesmo período do ano passado. (págs. 1 e A20)

 

– Os Estados do Rio, São Paulo, Paraná e Minas Gerais concentram 61% das indústrias com maior potencial de emissão de gases poluidores no Brasil, segundo o IBGE. Refino de petróleo, produção de celulose e extração mineral são as atividades que mais poluem. (págs. 1 e A7)

 

FOLHA DE SÃO PAULO

– Obama vence disputa democrata

 

– O senador Barack Obama 46, venceu a ex-primeira dama Hilary Clinton na disputa pela candidatura democrata à Casa Branca, segundo projeções de emissoras e agências de notícias. Os cálculos baseiam-se nos apoios de última hora dos superdelegados, membros do partido que podem votar sem compromisso com o resultado das urnas e na previsão de vitória em Montana, um dos Estados onde houve prévias ontem (o outro foi Dakota do Sul). Obama ainda precisa ser referendado, em agosto, pela convenção democrata. Em discurso em St. Paul (Minesota), o senador se declarou vencedor das primárias. “Por sua causa eu me levanto diante de vocês e digo que serei o indicado democrata à Presidência dos EUA”, afirmou à platéia. Já Hillary negou ter desistido e conclamou os eleitores a mandar sugestões de como proceder; “Não tomarei nenhuma decisão nesta noite”. Se confirmado, Obama será o primeiro negro a disputar a Casa Branca com chances reais de vencer. John McCain, virtual candidato republicano, atacou o democrata em discurso. (págs.1 e Mundo)

 

– Na Cúpula sobre Segurança Alimentar da FAO (braço da ONU para a Alimentação e Agricultura), o presidente Lula defendeu o álcool de cana e criticou empresas petrolíferas, relata Clóvis Rossi, de Roma. “Muitos dos dedos apontados contra a energia limpa dos biocombustíveis estão sujos de óleo e carvão”, disse Lula. Jacques Diouf, diretor geral da FAO, cobrou dos líderes mundiais US$ 30 bilhões ao ano para “evitar ameaças de conflitos” gerados pela fome. (págs. 1 e B1)

 

– Câmara deve votar hoje a criação da nova CPMF. (págs. 1 e A8)

 

– Anvisa decide fechar postos de vacinação em aeroportos brasileiros. (págs. 1 e C6)

 

– O Conselho de Ética da Câmara abriu processo contra o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, por suposta atuação em fraudes no BNDES. Paulinho, que corre o risco de cassação, tem prazo de cinco sessões para apresentar defesa. Ele se diz vítima de “armação política”. (págs. 1 e A9)

 

– Operação da Polícia Rodoviária Federal e da Promotoria prendeu em São Paulo 19 acusados de vender carteiras de habilitação, entre eles um delegado. Segundo os promotores, as carteiras ilegais, cerca de 1.300 custavam até R$1.800 e foram vendidas em vários Estados, até para analfabetos. (págs. 1 e C4)

 

– Marcelo Coelho – Ministros do Supremo são agentes políticos sem votos. (págs. 1 e E14)

 

 

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

– Casa Civil favoreceu comprador da Varig, diz ex-diretora da Anac

 

– Nove meses após deixar o cargo, a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu decidiu finalmente falar sobre um negócio controverso: a venda da Varig. Em entrevista a Mariana Barbosa e Ricardo Grinbaum, ela conta ter sido pressionada pela ministra Dilma Rousseff e pela secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, para tomar decisões favoráveis à venda. O negócio teve duas etapas. Em julho de 2006, a Varig, atolada em dívidas, foi comprado por US$24 milhões pela VarigLog, sua antiga transportadora de cargas. Em março de 2007, a VarigLog repassou a Varig para a Gol por US$320 milhões. Na época, a VarigLog pertencia ao fundo de investimentos americano Matlin Petterson e três sócios brasileiros.

 

Como a lei proíbe que estrangeiros tenham mais de 20% de empresas aéreas, Denise queria documentos comprovando a origem do dinheiro dos sócios brasileiros. “A ministra não queria que eu exigisse os documentos”, afirma. “Dizia que era da alçada do Banco Central e da Receita.” Quem representava os sócios da VarigLog era o advogado Roberto Teixeira, amigo do presidente Lula. Um dos sócios da companhia, o empresário Marco Antônio Audi diz que a influência do advogado foi decisiva. “Paguei US$5 milhões para o Roberto Teixeira”, conta. “Não sei o que ele negociou, mas trouxe resultados.” Procurados com insistência pelo Estado, Dilma, Erenice e Teixeira preferiram não se pronunciar. (págs. 1, B1, B3 e B4)

 

– O presidente Lula discursou ontem na abertura do encontro das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma, e defendeu a produção de etanol a partir da cana-de-açúcar. “Muitos dos dedos apontados contra os biocombustíveis estão sujos de óleo e de carvão”, disse e foi muito aplaudido. (págs. 1 e B10)

 

– O exemplo proporcionado pela gestão ambiental na Amazônia nestes cinco anos e meio é o da indiferença, quando não cumplicidade, com sistemáticas ações predatórias. (págs. 1 e A3 – Notas e Informações)

 

– Um esquema de corrupção que envolvia falsificação e venda de carteiras de habilitação em pelo menos 7 Estados foi desfeito ontem com a prisão de 19 pessoas, entre policiais, despachantes, médicos e donos de auto-escolas em 11 cidades da Grande São Paulo. Só numa das circunscrições do Detran paulista, 8 mil habilitações estão sob suspeita. (págs. 1 e C1)

 

– O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, defendeu a mudança da lei do petróleo e adoção do regime de partilha em campos promissores que foram descobertos. Nesse sistema, o petróleo extraído é da União, que paga a empresa exploradora. No regime de concessão, a empresa fica com petróleo e paga royalties ao governo. (págs.1 e B5)

O GLOBO

– Governo dá a estados poder de autorizar crédito verde

 

– Apesar de estar envolvido numa queda-de-braço com o governador Blairo Maggi (MT), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, assinou portaria que fortalece Maggi, ao repassar aos estados o poder de emitir declarações atestando as propriedades que estão em áreas de cerrado e, por isso não precisam de licença ambiental para financiamentos públicos. Minc admitiu que o novo sistema pode abrir espaço para fraudes, mas disse que o Ibama não teria condições de se responsabilizar pelos atestados. Ele prometeu que o órgão fará fiscalização rigorosa mas por amostragem. Tanto o Greenpeace com a Sociedade Rural Brasileira criticaram a idéia de Minc de tentar caçar bois piratas na Amazônia. A terceira maior floresta tropical do mundo, a de Papua Nova Guiné, na Oceania, também sofre os efeitos do desmatamento acelerado: cientistas estiam que metade de suas árvores estará perdida em 2021. (págs. 1, 3, 4 e 27)

 

– Na cúpula de Roma, o etanol brasileiro foi citado ontem pela ONU e pelo Banco Mundial como produto competitivo e capaz de ajudar a controlar a crise de alimentos. (págs. 1, 19 e 21)

 

– Após analisar o inquérito da PF, o deputado Luiz Paulo Correa da Rocha (PSDB), corregedor da Alerj, disse que há “provas contundentes” contra Álvaro Lins (PMDB), que depõe hoje no processo que apura quebra de decoro parlamentar. (págs. 1, 13 e Zuenir Ventura)

 

– A polícia investiga a informação de que um homem que se apresentou como assessor do deputado estadual Coronel Jairo (PSC) participou da sessão de tortura contra a equipe de “O Dia”, numa favela em Realengo. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que já tem indícios para prender os culpados e que, se for preciso, fará uma limpeza na polícia. (págs. 1 , 12 e Elio Gaspari)

 

GAZETA MERCANTIL

– Margem de exportador do País sobe com crise de alimentos

 

– A aceleração mundial dos preços dos alimentos está beneficiando os caixas dos exportadores brasileiros de alimentos. Compradores estrangeiros, em especial os europeus, estão mais flexíveis ao negociar contratos. Com isso, indústrias do Brasil estão recuperando as margens de ganho perdidas nos últimos anos com a valorização do real em relação ao dólar. Antonio Carlos Tadiotti, sócio e diretor industrial da Predilecta Alimentos, fabricante de derivados de goiaba e tomate, diz que viu os pedidos internacionais, principalmente da Europa, dispararem nas últimas semanas. Os compradores aceitam reajustes com maior freqüência, afirma.”Conseguimos recompor nossas margens”. Denis Ribeiro, da Associação das Indústrias da Alimentação (Abia), prevê exportações de US$ 30 bilhões em 2008. Antes previa US$ 28 bilhões. Os embarques de carne suína até o fim do ano devem superar as estimativas em 25% e chegar a US$ 2 bilhões, afirma Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Os balanços das empresas abertas revelam essa situação confortável, ao contrário do que ocorre no mercado interno.Em Roma, na conferência da FAO, o presidente Lula atacou os subsídios agrícolas e defendeu o álcool de cana-de-açúcar. (págs. 1 e C1)

 

– Nova CPMF – Ministro José Múcio promete R$ 6 bilhões para Saúde. (págs. 1 e A10)

 

– O fim da cobertura cambial, anunciado pelo governo em março deste ano e que permite às empresas deixarem até 100% das suas receitas de exportação fora do País, impulsiona o aumento da abertura de contas no exterior. O Banco do Brasil, que tem uma rede de 42 unidades em 23 países, contabiliza 100 contas externas de exportadores. “Pretendemos elevar em 50% esse número nos próximos 90 dias”, afirma Nilo Panazzolo, diretor de comércio exterior do BB. Com o crescimento da demanda por essas contas, o Banco BNP Paribas criou no Brasil, em janeiro deste ano, a área de administração de caixa, gerida por Ivan Garcia. Desde então, o banco conta cerca de 30 clientes, oferecendo a possibilidade de abertura de contas em cerca de dois terços dos 85 países em que atua.O foco, diz Garcia, são empresas com volume de exportação e importação acima de US$ 50 milhões ao ano. “Há uma demanda crescente para a abertura de contas na Ásia”, conta o executivo. No Banco Itaú BBA, a demanda crescente é por contas multimoedas, concentradas na agência em Nassau (Bahamas).(págs.1 e B1)

 

– O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues assinou ontem protocolo de intenções com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, para implantar uma usina de álcool no município de Centralina, no Triângulo Mineiro. A unidade terá capacidade para produzir 200 mil metros cúbicos do combustível por ano. Sua empresa, a Agropev das Minas Gerais, tem capital compartilhado com fundos estrangeiros e deverá investir cerca de R$ 500 milhões em 2011.

Na mesma solenidade, foi assinado outro protocolo, com a Bavap – Bionergética Vale do Paracatu, que pretende investir R$ 600 milhões na construção de uma usina de álcool no município de João Pinheiro, no noroeste do estado. Sua capacidade de produção será de 250 mil metros cúbicos de álcool. A empresa pertence a um grupo de investidores dos setores de construção civil, concessão de rodovias e telecomunicações.(págs.1 e A 6)

 

– A indústria cresceu 0,2% em abril em relação a março e, segundo analistas, isso demonstra acomodação em patamares elevados de produção. Para o consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Julio Gomes de Almeida, a taxa de 7,3% no primeiro quadrimestre, anunciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), mostra que “a indústria está crescendo bem, mas sem sinais de aceleração”. A taxa de abril é 0,6 ponto percentual inferior à de outubro de 2007, quando o setor bateu recorde histórico, segundo o economista André Macedo, da coordenação de indústria do IBGE. Em relação a abril de 2007, a produção avançou 10,1%, a maior taxa desde outubro do ano passado. Mas a percepção dos analistas é de que o percentual foi tão elevado devido ao acréscimo de um dia útil em 2008 e à arrecadação de álcool. Embora em patamar elevado, “a indústria não está crescendo neste ritmo”, afirma Almeida. (págs. 1 e A4)

 

 

 

CORREIO BRAZILIENSE

– Mercado da morte usa até o Lar dos Velhinhos

 

– O comércio clandestino promovido pela máfia dos cemitérios se estende a uma das instituições filantrópicas mais conhecidas do Distrito Federal: O Lar dos Velhinhos, no Núcleo Bandeirante. Documentos obtidos pelo Correio revelam que caixões doados por famílias que encomendavam a cremação de parentes são vendidos a representantes de funerária. O comprador é Manoel Neto, genro do proprietário da empresa Deus é Amor. Ele paga entre R$50 e R$150 por caixão, revendido no mercado convencional por até 3 mil. Essa transação que rende dividendos à máfia das funerárias ofende a boa-fé das famílias que acreditam estar ajudando o Lar dos Velhinhos, os idosos vinculados à casa de assistência têm o enterro pago pela própria entidade ou pelo serviço social do governo. (págs 1 e 9)

 

– O presidente foi a estrela da conferência da ONU sobre segurança alimentar, na Itália. Lula fez um duro ataque aos produtores de petróleo e de álcool feito a partir do milho. “Etanol é como colesterol: há o bom e o mau”, disse. “Muitos dos dedos apontados contra a energia limpa estão sujos de óleo”, afirmou, arrancando aplausos de 50 chefes de Estado, relata a enviada do correio, Denise Rothemburg. (págs 1, 14 e 16)

 

– Preocupados com a aceleração do processo de desmatamento, especialistas calculam que serão destruídos cerca de 15 mil quilômetros quadrados de áreas da floresta e alertam que o número poderá subir para 19 mil, por conta do período de estiagem e do aumento nos preços do gado e da soja. Ambientalistas criticam a caça ao boi anunciada pelo ministro Carlos Minc e garantem a medida é inviável. (págs. 1, 10 e 20)

 

– Receita Federal promete divulgar até quarta-feira quem receberá restituição no dia 16. Idosos com mais de 60 anos terão prioridade. (págs. 1 e 18)

 

– Deputado aposta no apoio da Força Sindical para se livrar das denúncias de envolvimento em desvio de recursos do BNDES. (págs. 1 e 2)

 

VALOR ECONÔMICO

– Crédito Mercantil cresce mais que o de bancos do país

 

– Se o crédito bancário cresce velozmente no país, o financiamento mercantil – crédito entre empresas – avança mais rápido ainda. Desde 1996, ele aumentou 139%, já descontada a inflação, ante 49% dos empréstimos de bancos para empresas, mostram os dados da Serasa com base em balanços de 60 mil companhias. Segundo o estudo, o financiamento mercantil atingiu R$220 bilhões no fim de 2007. O volume é inferior aos R$350 bilhões de recursos tomados pelas empresas nos bancos, mas os números globais não contam toda a história. Os bancos ampliaram significativamente suas linhas para as pequenas e médias empresas – 84,3% desde 2003, bem acima do mercantil, com 14,7% no período. As grandes empresas, porém, reduziram a demanda bancária e continuaram com crédito com fornecedores. O financiamento mercantil para grandes empresas (que faturam mais de R$50 milhões por ano) cresceu 21% no período, enquanto o crédito bancário recuou na mesma proporção.

Desde que José Luiz Majolo deixou a vice-presidência do Banco ABN AMRO Real para comandar a Terpenoil, fabricante de produtos de limpeza orgânicos e biodegradáveis, todo o estoque de matérias-primas é financiado pelos próprios fornecedores. “Quase não uso crédito bancário para financiar o giro” diz. A Terpenoil mantém duas linhas abertas nos bancos apenas para eventualidades.

O fornecedor está disposto a financiar meu estoque por um prazo de um a dois meses”, afirma Majolo. No dia-a-dia, a Terpenoil consegue em média 30 dias para pagar os materiais que adquire. Passado esse período, usa a receita de vendas para quitar os débitos. A gestão do fluxo de caixa é feita por meio do casamento entre os prazos de pagamento e recebimento, já que a companhia também precisa financiar seus clientes, em geral com recursos próprios.

Quase todos os financiamentos entre empresas é de curto prazo, em média, até 90 dias – já existem operações de até 150 dias – enquanto que 60% das operações com bancos superam um ano. O setor industrial é o que mais utiliza o financiamento mercantil,mas é o comércio o segmento mais dependente da modalidade. As empresas do setor devem R$45,2 bilhões a seus fornecedores e R$31,7 bilhões para os bancos, de acordo com o Serasa. (págs.1 e C1)

 

– De janeiro a abril, os investimentos realizados pelas empresas estatais federais aumentaram 8,8% – já descontada a inflação, medida pelo IGP-DI – em relação ao mesmo período do ano passado, para R$13,3 bilhões. Foi o maior montante investido nos últimos dez anos. (págs. 1 e A3)

 

– As políticas de biocombustíveis dos EUA e da União Européia e os subsídios agrícolas foram alvos de ataques ontem e, encontro da FAO sobre segurança alimentar. Indiretamente, o ataque atinge o Brasil, porque ameaça o projeto brasileiro de criação de um mercado global de biocombustíveis, o que passa por EUA e EU. Diante de 50 chefes de Estado, o diretor da FAO, Jacques Diouf disse ser “incompreensível” que subsídios desviem cereais para alimentar motores. O presidente Lula disse que os canaviais brasileiros não agridem a Amazônia, porque estão tão longe de lá quanto “o Vaticano do Kremlin”. Afirmou também que “muitos dedos apontados contra a energia limpa dos biocombustíveis estão sujos de óleo e carvão”. (págs. 1 e A11)

 

– As vésperas de anunciar onde irá instalar sua nova fábrica de “polietileno verde”, feito a partir do etanol, a Braskem busca nas montadoras parceiros cuja demanda garanta a produção em escala da resina. A idéia inicial, conta Marcelo Lyra, diretor de relações institucionais, é a criação de linha especial de veículos em que as peças de plástico tradicional sejam substituídas pelo “plástico verde”. Mais adiante, a Braskem quer propor a troca do metal pelo plástico em uma série de peças, como tanque de combustível, duto de admissão do tanque etc. O passo seguinte seria o desenvolvimento de “resina verde” para a fabricação de portas, capô, porta-malas e pára-choques. (págs. 1 e B6)

 

– A produção da indústria brasileira aumentou 10,1% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado. É o melhor resultado desde outubro. Na comparação com o mês imediatamente anterior, o crescimento foi de 0,2%. (págs. 1 e A4)

 

 

ESTADO DE MINAS

– Estrela do Brasil brilha em Roma

 

– Defesa de alimentos e álcool de cana põe o país em destaque no cenário mundial. (pág. 1)

 

– Estrada Real deve virar bem mundial. (pág. 1)

 

– Preso bando das carteiras falsificadas. (pág. 1)

 

OUTROS JORNAIS

JORNAL DO COMMERCIO

 

– Cai assalto a ônibus.

 

– Comércio abre aos domingos durante todo o mês de junho. (pág. 1)

 

– Vice-governador vai acumular cargo com a Secretaria de Saúde. (pág.1)

 

– Menina envenenada em aniversário tem morte cerebral. (pág. 1)

 

 

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse – Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.

 

 

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