Resumo dos Jornais de Hoje- 23 de junho de 2008

O Globo

PM começa a substituir Exército na Providência

À medida que o Exército se retira da Providência, a Polícia Militar aumenta o efetivo no morro onde três jovens foram entregues a traficantes e mortos, há nove dias. Aos homens do Comando de Policiamento em Áreas Especiais (Cpae) que já faziam patrulhamento na região somaram-se mais policiais, antes lotados em outras favelas. Nos acessos o policiamento foi reforçado pelo Batalhão de Choque, principalmente da Ronda Ostensiva Nazareth Cerqueira (Ronac). Reduzidos a um terço, os soldados do Exército vão permanecer na Providência até quinta-feira. (págs. 1 e 9)

Argentina: campo vive o ceticismo

Em fazendas do interior da Argentina, onde os produtores rurais criticam a falta de incentivos e a alta dos impostos sobre as exportações, o clima é de ceticismo e revolta contra o governo do casal Kirchner, informa a correspondente Janaína Figueiredo. Carlos Caballier, que administra várias fazendas, diz que o setor presencia o enterro da produção de gado e de outros produtos de gado e de outros produtos típicos argentinos. (págs. 1 e 14)

Cabral ganha e faz de Paes seu candidato

O grupo do governador Sérgio Cabral derrotou o do ex-governador Anthony Garotinho, e Eduardo Paes será o candidato do PMDB a prefeito. O PT escolheu Alessandro Molon e o PV, Fernando Gabeira. Em SP, Alckmin venceu mas enfrentará resistências entre os tucanos. (págs. 1 e 3 a 5)

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Folha de S. Paulo

PSDB lança Alckmin em convenção esvaziada

Ao lado do governador José Serra (PSDB), mas sem a presença de 10 dos 12 vereadores do partido em São Paulo, Gerlado Alckmin foi oficializado candidato tucano à prefeitura, em convenção na Assembléia Legislativa. Será a segunda vez que ele vai concorrer ao cargo. O acordo que permitiu ao ex-governador ser apresentado como candidato único na convenção foi fechado após Serra intervir. Com isso, a chapa que propunha aliança com o prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição desistiu. Em contrapartida, Alckmin voltou a afirmar que estará com Serra em 2010 – o governador paulista e seu colega mineiro, Aécio Neves, são visto como os nomes “naturais” do PSDB para a sucessão do presidente Lula. “Nunca há uma mesma opinião. O importante é que haja uma só decisão”, afirmou Serra em discurso. Em entrevista, o ex-governador negou retaliação aos vereadores que apoiavam a chapa com o prefeito. Para Kassab, sua candidatura vai continuar a ter no PSDB “um grande aliado”. (págs. 1, A4 e A5)

Compadre de Lula receberá até US$ 5 mi da VarigLog

O advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula, declarou ter firmado contratos de até US$ 5 milhões com a VarigLog por 22 meses de serviços. Na semana passada, Teixeira afirmou ao Senado que tinha obtido US$ 350 mil da VarigLog durante quatro meses em que atuava na venda da companhia para o fundo ameircano Matlin Patterson e três brasileiros. O negócio foi posto sob suspeita depois que a ex-diretora da Anac Denise Abreu declarou ter sofrido pressões da Casa Civil para não barrar a venda. (págs. 1 e B1)

Cabral vence disputa no PMDB-RJ

Em convenção tranquila, o PMDB definiu o ex-deputado federal Eduardo Paes como candidato a prefeito do Rio. O resultado dá vitória ao governador Sérgio Cabral Filho sobre o ex-governador Anthony garotinho. O PV, que estará aliado ao PSDB e ao PPS, oficializou o nome do deptuado Fernando Gabeira. Na convenção do PT, que homologou o deputado estadual Alessandro Molon, houve confusão e troca de socos. (págs. 1 e A7)

Caixa deve responder por desvio no PAC, diz ministro

O ministro Márcio Fortes (Cidades) atribui à Caixa Econômica Federal a responsabilidade por assinar e fiscalizar contratos que, segundo a Polícia Federal, podem ter desviado cerca de R$ 700 milhões para obras com irregularidades, parte delas com dinheiro do PAC. “É comigo? Não. O contrato é assinado com a Caixa. É a Caixa que tem que dizer quais não os problemas”, disse Fortes. A caixa não se pronunciou. (págs. 1 e A7)

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O Estado de S. Paulo

Serra promove acordo e PSDB confirma Alckmin

Depois de quase seis meses de disputa dentro do PSDB paulista, o ex-governador Geraldo Alckmin foi homologado ontem como candidato do partido à Prefeiturade de São Paulo. Mas é o governador José Serra que sai mais forte do episódio, com vistas à eleição presiencial de 2010. Ele foi o responsável por demover um grupo de tucanos de obter apoio do PSDB à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM). O secretário municipal de Esportes, Walter Feldeman (PSDB), um dos líderes dos kassabistas, admitiu que a decisão de apoiar Alckmin atendia a um “objetivo maior”, a candidatura de Serra em 2010. (págs. 1 e A4)

Governador tenta resgatar aliança com o DEM no 2º turno

Serra usou a convenção tucana de ontem para detenfeder a aliança com o DEM no segundo turno da eleição para prefeito – e, port abela, na eleição presiencial: “Se a alianaç não se traduziu agora numa candidatura única, tem que se traduzir, sim, numa unidade no segundo turno”. (págs. 1 e A6)

Potências divergem em cúpula sobre petróleo

Reunidos ontem na Arábia Saudita, representantes das grandes potênciais energéticas foram incapazes de apresentar uma solução rápida para deter a escalada do preço do petróleo. O rei saudita se comprometeu a aumentar a produção, mas adiantou que isso pouca diferença fará. Ele se disse convencido de que a especulação financeira está pressionando as cotações, mas não houve consenso sobre isso no enconro. O petróleo dobrou de preço em um ano e chegou a US$ 140 o barri. (págs. 1 e B1)

Ciência busca o ‘grande salto’ tecnológico do biocomubustível

Cientistas buscam na natureza enzimas capazes de serem aproveitadas na produção de etanol de celulose, visto como o grande slato tecnológico dos biocumbustíveis. Os Estados Unidos saíram na frente inauguraram a primeira usina do tipo, com capacidade para produzir 14.500 litros de álcool por dia. O Brasil, l´dier no etanol clássico, corre o risco de ficar para trás. (págs. 1, A13 e A14)

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Jornal do Brasil

PMDB sai com Paes e procura alianças

A convenção do PMDB indicou o ex-secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Eduardo Paes, para ldierar a chapa na eleição municipal. Pouco depois do resutlado ser oficializado, o presidente do diretório do Rio, Jorge Picciani, adiantou já ter feito contatos com outras cinco legendas para ampliar as chances de vitória: PP, PSB, PSL, PTB e PMN. Derrotado, o gurpo do ex-governador Garotinho disse temer uma eventual impugnação de Paes. No PT, a escolha do deputado Alessadnro Molon não foi tranquila. A divisão interna, causada pela aproximação com o PMDB, foi marcada por agressões verbais e físicas entre petistas. Já no PV, o nome do deputado Fernando Gabeira foi homologado. (Págs. 1, A2 a A4)

Brasil atrai franquias dos EUA

Caeia de restaurantes dos EUA e de outros países procuram franquias no Brasil, onde a competição é menor. Oito grandes redes, desconhecidas aqui, participam de feira que começa esta semana em SP. (pág. 1, Economia e pág. A19)

Asfalto move PAC e eleição

As distribuidoras de asfalto esperam uma ampliação de 10% na demanda pelo produto até o fim do ano, com faturamento de R$ 2,8 bilhões. A causa está na combinação das obras do Progama de Aceleração do Crescimento com a capanha eleitoral nas cidades. (pág. 1 e economia A17)

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Correio Braziliense

PT fará a festa no interior

Projeções para as eleições municipais deste ano mostram que o partido do presidente Lula deve dobrar de tamanho com relação ao desempenho de 2004. Mas problemas nas disputas pelas prefeituras das capitais limitarão crescimetno às cidades menores. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 2 a 4)

Sete pessoas assassinadas na Baixa Fluminense

Foi mais uma noite de terror. Três anos deposi da execução de 29 pessoas na Baixada Fluminense, um anova chacina deixou sete mortos e sete feridos em Duque de Caxias. O alvo, segundo a polícia, era um PM, que bebia com amigos. (págs. 1 e 7)

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Valor Econômico

Decreto de Lula eliminará restrição a portos privados

Decreto que o presidente Lula deve assinar nos próximos dias ai acabar com uma restrição que tem travado investimentos privados no setor portuário. A meida autorizará a abertura de terminais privados para movimentar cargas de terceiros, sem limites percentuais, em regime de concessão. Os projetos terão necessariamente de passar por licitação públcia, contrariando o desejo de parte dos empresários, mas o vencedor da concorrência ficará desobrigado de provar que existe carga própria suficientes para justificar o investiemtno. Essa restrição, hoje imposta pela resulção nº 517 da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), estaria impedindo investimetnos de pelo menos US$ 5 bilhões. A primeira versão do texto do decreto já está no Palácio do Planalto. O ministro-Chefe da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, disse ao Valor que o aperfeiçoamento do marco regulatório do setor – sem mudança na Lei dos Portos – vai “reitar pendências hoje existentes e dar clareza aos negocios”.

Em 2010, meta de inflação será de 4,5% de novo

Em sua reunião do dia 30, o Conselho Monetário Nacional deve fixar em 4,5% a meta de inflação para 2010, repetindo o índice pelo sexto ano consecutivo. A aceleração da inflação nos últimos meses, decorrente dos aumentos dos preços dos alimentos e dos commodities, é razão suficientemente forte para não criar muita polêmica em turno da inflaçaõ dos próximos anos. Ao contrário do ano passado, quando houve divergências entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda para definir a meta de 2009 – o BC queria uma redução do índice e a Fazenda ganou a discussão ao defender a manutençaõ dos mesmos 4,5% -, agor ahá um certo consenso de que não é possível ousar muito. (págs. 1 e A3)

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Gazeta Mercantil

PAC e eleições impulsionam venda de asfalto

A demanda por asfalto, cujo setor movimentou R$ 25 bilhões em 2007, deve crescer 10% emconsumo e receita em 2008, para 1,85 milhão de toneladas consumidas e R$ 2,8 bilhões de faturamento, impulsionada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo ano de eleições municipais. O PAC está na fase de uso de asfaltado em seus projetos, além disso, as eleições estimulam o uso do insumo para a melhoria da infra-estrutura das cidades, diz Éder Vianna, presidente da Associação Brasileira das Empresas Dsitribuidoras de Asfalto (Abeda). (Págs. 1 e 10)

PF começa a investigação sobre desvios de verbas

A Polícia Federal inicia hoje a análise do material apreendido com os envolvidos na Operação João de Barro, que investigará contas bancárias e bens adquidos pela quadrilha suspeita de desviar recursos repassados pela União aos es tdos, Distrito Federal e municipais, incluindo dinheiro destiando a obras do Programa de Aceleração do Comércio (PAC). Serão analisadas dezenas de discos rígidos de computadores e cópias de contratos entre construtoras e órgãos públicos apreendidos nos gabientes dos deputados João Magalhães (PMDB-MG) e Ademir Camilo (PDT-MG, nas 119 prefeituras investigadas e nos endereços de outros 38 acusdos. As estimativas são de que a quadrilha teria desviado R$ 200 porjetos relacionados a R$ 700 milhões liberados pelo Tesouro. (págs. 1 e A14)

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