Resumo dos Jornais e Revistas de Hoje – 29 de junho de 2008

O Globo

Julgamento do mensalão vai até 2014

O processo do mensalão, com 39 réus, terá 641 testemunhas de defesa. Cada acusado pôde indicar até oito testemunhas de defesa em cada crime pelo qual responde. Só ex-ministro José Dirceu, processado por cinco crimes, terá 40 testemunhas. E o julgamento pode ir até 2014. (págs. 1 e 3)

Governo do Rio dá mais verba a seus aliados

Administrados pelo PMDB do governador Sérgio Cabral, os municípios de Saquarema e Duque de Caxias receberam R$ 230 milhões do governo estadual – mais da metade do total de recursos de convênios assinados com 91 municípios fluminenses de outubro de 2007 a este mês. (págs. 1 e 9)

Ipea: direção reescreveu texto já pronto

Texto com projeções macroeconômicas que já havia sido mandado para a próxima publicação do Ipea foi embargado e reescrito pela diretoria, com dados favoráveis ao governo, informa Elio Gaspari. Além de patrulhamento ideológico, também ocorre patrulha funcional. (págs. 1 e 36)

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Folha de S. Paulo

IR sustenta aumento da arrecadação do governo

O Imposto de Renda e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sustentaram a disparada na arrecadação federal, informa Leandra Peres. Ambos foram os que mais aumentaram a participação no bolo tributário de 2004 a 2007. O maior salto percentual na arrecadação total e no volume de recursos veio do IR pago pelas empresas, que cresceu 61,5% no período e somou R$ 71,5 bilhões em 2007.Já as pessoas físicas deixaram 25,1% a mais, totalizando R$ 55,2 bilhões. Em 2004, os impostos recolhidos sobre o lucro das empresas e a renda das pessoas respondiam por 16% da arrecadação. Em 2007, a proporção foi para 20,2%. O que mais puxou a arrecadação das pessoas físicas foram os ganhos com ações. No caso das empresas, a alta se deve principalmente à elevação dos lucros propiciada pelo crescimento da economia. O setor de extração mineral foi o que teve maior alta no recolhimento de tributos, com 746,32% entre 2004 e 2007. (págs. 1 e B1)

Governo se alia a adversários para eleições em municípios

As alianças partidárias locais que visam as eleições de outubro não reproduzem a correlação de forças entre o governo Lula e a oposição. Em 24 dias 26 capitais brasileiras, “lulistas” estão aliados a políticos que fazem oposição no plano federal. Levantamento da Folha indica ainda que, nas cem maiores cidades do país, o que prevalece nos pleitos municipais são os arranjos de âmbito local. (págs. 1 e A4)

Beneficiados do Bolsa Família são afetados por alta dos alimentos

O novo reajuste de 8% nos benefícios do Bolsa Família não vai repor totalmente o poder de compra que os mais pobres tinham em 2007. O valor médio dos repasses ficou defasado em relação à cesta básica por conta da inflação dos alimentos, relata Fernando Canzian. Acompanhamento desde 2005 de famílias pobres no Nordeste mostra que o programa segue dando margem a controvérsias. A contrapartida da educação é falha e algumas famílias perpetuam a miséria. (págs. 1 e B8)

Incra acusa a Vale de compra ilegal de lotes de assentados

O governo federal, por meio de relatório do Incra, acusa a Vale de indenizar sem autorização 53 assentados de uma área da União no sudeste do Pará para que eles saíssem de seus lotes. A empresa tem um projeto para produzir níquel na região, no qual estima gastar US$ 2,2 bilhões. A Vale nega ilegalidade, alega que o Incra acompanhou o processo e diz que aguarda autorização definitiva. (págs. 1, A14 e A15)

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O Estado de S. Paulo

Especialistas advertem para risco de volta da indexação

A volta gradual da inflação começa a fazer os brasileiros conviverem com um fenômeno que parecia ter ficado para a trás: a indexação. Mais de 40% da alta do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) vem de produtos ou serviços cujos valores têm sido corrigidos levando em conta a inflação acumulada. Por esse mecanismo, os valores de aluguéis, mensalidades escolares, consultas médicas e tarifas públicas são elevados para compensar a inflação – e, com isso, a realimentam.

De olho em 2010, PT esquece aliados

De olho na sucessão presidencial de 2010, o PT rejeitou acordos com partidos aliados para a eleição deste ano e é o recordista de candidaturas próprias nas capitais. O partido não atendeu nem mesmo aos apelos do paresidente Lula em favor de coligações. (págs. 1 e A4)

Democracia argentina ainda teme os golpes de rua

Há 25 anos a Argentina retomou a democracia, mas ela é uma das mais débeis da America Latina. Os presidentes têm durado em média 2,7 anos no cargo. Pesquisa mostra que 34,4% dos argentinos são a favor de antecipar a eleição presidencial – Cristina Kirchner está no poder há apenas sete meses. (págs. 1 e A20)

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Jornal do Brasil

Teste do cidadão reprova vereadores

Só 12 entre 50 vereadores do Rio responderam a um e-mail de um eleitor virtual criado pelo JB, enviado no dia 17. Apesar da demora, o pedido de ajuda para baixar a altura dos degraus dos ônibus obteve explicações de apenas dois. Cientistas políticos criticam a resposta “pífia” que denota a estrutura paroquial da Casa, onde quase todos vão lutar pela reeleição. (pág. 1 e Cidades, págs. A16 e A17)

Brasil é o paraíso das multinacionais

Telefónica, HSBC, Nokia, Coca-Cola, Citibank, GM e Santander elegeram o Brasil como um mercado estratégico. Não é à toa. De janeiro a maio, as multinacionais enviaram para suas matrizes US$ 15,8 bilhões – quase o dobro do registrado em igual período de 2007. (pág. 1 e Economia, pág. E4)

ECA: 18 anos de direitos e lacunas

Chegando à maioridade,o Estatuto da Criança e do Adolescente permitiu avanços, mas deixou desafios a cumprir. Na primeira de uma série de reportagens sobre o tema, especialistas dizem que o ECA nãoé mais efetivo porque sociedade e Estado se omitem. (pág. 1 e País, A2 e A3)

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Correio Braziliense

Bafômetro flagra quatro em cada 10 motoristas

Na madrugada de ontem, 17 motoristas foram multados em R$ 957, no Lago Norte, por dirigir alcoolizados. Desde que proibindo qualquer quantidade de bebida entrou em vigor, há 10 dias, oito brasilienses já foram parar na delegacia. Consumo de um copo de cerveja é suficiente para a multa, avisa o Detran, em tira-dúvidas do Correio para os leitores. (págs. 1, 29 e 30)

MP recebe dossiê contra parlamentar

Ex-assessor do deputado Barbosa Neto (PDT-PR) entrega ao procurador-geral da República documentos que acusam o parlamentar de lavagem de dinheiro e confisco de parte dos vencimentos de servidores. MP apura denúncia. (págs. 1 e 2)

Gastos de campanha

Eleger um prefeito no Brasil custa, em média, R$ 83 mil. Em estados como São Paulo, no entanto, valor chega a R$ 15 milhões. (págs. 1, 6 e 7)

Comida barata é sonho distante

As medidas anunciadas pelo governo para aumentar a oferta de alimentos e reduzir os preços não vão surtir o efeito desejado. Com o custo de produção ainda alto, os agricultores planejam diminuir a área plantada. (págs. 1 e Tema do Dia, pág. 21)

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Valor Econômico

Ministro quer nova estatal e partilha para o petróleo

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, pretende sugerir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação de uma nova empresa estatal para administrar as gigantescas reservas petrolíferas da camada pré-sal, recentemente descobertas. Responsável pela elaboração de um novo modelo de exploração de petróleo, lobão deverá apresentar em até 60 dias a conclusão dos estudos feitos pelo ministério. Após analisar as sugestões feitas nas últimas semanas, ele acredita que a melhor solução é adotar o regime de partilha da produção que exige mudanças na atual lei do Petróleo. “Seria uma empresa 100% da União 100% do povo brasileiro”, define Lobão. Nos países que adotam esse modelo, a estatal tem a tarefa de ditar o ritmo de produção e supervisionar a exploração dos campos. Não seria uma empresa para perfurar poços e extrair óleo do pré-sal – para isso ela contrataria a Petrobras e outras petroleiras como prestadoras de serviço. Para o ministro, é uma função que não pode caber à Petrobras “Não dá. Mais de 40% da Petrobras está em mãos privadas”, argumenta. “Ninguém vai tirar a propriedade daqueles que compraram suas ações. Mas o patrimônio que está embaixo da terra é de todos os brasileiros”.

Lobão rejeita, a princípio, a solução defendida pala Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, que reúne as grandes empresas do setor, que pedem um decreto presidencial para aumentar a tributação atual sem mudança no modelo de concessão. Hoje, as participações especiais – cobrados em campos de alta produtividade – têm limite de 40%. “Esses 40%, 60% ou 80% podem ser mínimos insuficientes. Ou podem acabar se revelando exagerados mais adiante. Então é melhor que se retenham logo os recursos em um órgão do Estado.” Assinala. O ministro ressalta que ainda não há uma decisão que os contratos existentes serão preservados. Em entrevista ao Valor, Lobão defendeu também o aumento da tributação sobre a produção de minérios, prometeu reformas na legislação do setor e acenou com a abertura da operação de usinas nucleares ao setor privado em parceria com a Eletrobrás. (págs. 1 e A4)

Brasil de Lula atrai nova geração de brasilianistas

Uma nova geração de brasilianistas surge nas universidades americanas em busca de análises do Brasil contemporâneo: uma nação governada por um ex-sindicalista que chama a atenção internacional pela força na produção de commodities, biocombustíveis e até aviões. De acordo com James Green ex-presidente da Associação de Estudos Brasileiros, houve aumento de 20% no número de professores sobre o Brasil nas universidades dos EUA nos últimos cinco anos. O total de especialistas no país, segundo ele, já chega a 800. “A curiosidade sobre o Brasil aumentou muito nos últimos anos”, afirmou Bryan McCann, diretor do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Georgetown, em Washington. Neste ano, a universidade inaugurou um curso de história brasileira ministrado em português. As vagas foram preenchidas por 18 estudantes americanos de pós-graduação. “Há 20 anos eles ainda tinham a imagem do Brasil exótico, do samba e do carnaval. Hoje a visão é de uma potência”, diz Todd Diacon, brasilianista da Universidade de Tenesse. (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)

Dívida estadual teve subsídios de R$106 bi

O Tesouro já concedeu R$106 bilhões em subsídios na renegociação das dívidas dos Estados Unidos, que completa dez anos amanhã. O estoque de uma dívida inicial de R$100,4 bilhões está hoje em R$486 bilhões. Se atendida a reivindicação de vários governadores para mudar o indexador da dívida do IGP-DI para o IPCA esse estoque cairia para a casa dos R$295 bilhões e o subsídio seria bem maior. Para a grande maioria dos Estados, o quadro que era falimentar mudou bastante. A receita total dos 27 Estados aumentou de 11,2% para 13% do Produto Interno Bruto (PIB). Do lado das despesas, o corte pesou mais nas contas de investimentos, que caíram de 2,2% para 0,9% do PIB. Mas a conta de custeio saltou de 1,16% para 6,1% do PIB. (págs. 1 e B12)

Negócios em paraísos fiscais pagarão mais IR

O governo ampliou o conceito de paraíso fiscal e alterou as regras de preço de transferência, decisões que vão aumentar a tributação e afetar significativamente as empresas que usam estruturas societárias em Delaware (EUA) e no Uruguai para fazer planejamento tributário. A mudança foi incluída na lei de conversão da Medida Provisória no. 413, editada nesta semana, e entra em vigor em 2009. Não apenas países poderão ser considerados paraísos fiscais, mas também regimes fiscais privilegiados. Isso significa, segundo fontes da Receita Federal, que alguns países como Filipinas e Panamá devem deixar a lista negra do Fisco. Somente as operações realizadas com esses países incluam regimes fiscais privilegiados é que continuam sendo tributadas em 25% de Imposto de renda. Por outro lado, passam a fazer parte da lista de operações realizadas com Delaware, Uruguai e alguns países do Leste Europeu. As companhias brasileiras, ao negociarem com empresas estrangeiras que se enquadrem em regimes diferenciados, terão de seguir as regras de preço de transferência mesmo que não sejam coligadas. A nova regra não afetará os investidores, estrangeiros que aplicam via Fundo de Investimento de Participação (FIP). A Receita informou que a lei ainda necessita de regulamentação. (págs. 1 e A3)

CVM inicia investigação da Agrenco

A Agrenco já está sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que irá averiguar os balanços entregues pela empresa e o material utilizado para a abertura de capital em outubro de 2007. A decisão está relacionada à prisão de três dos acionistas controladores da Agrenco pela Polícia Federal. Eles são suspeitos de desvio de recursos, fraudes contábeis e sonegação de impostos, entre outros crimes. Como a Agrenco Limited é uma companhia estrangeira com sede nas Bermudas, a CVM utilizará de memorando de entendimento e de convênio já firmados com o órgão regulador daquele país. A autarquia também vai avaliar se não haverá necessidade de uma oferta pública de aquisição de ações caso a Louis Dreyfus assuma o controle da Agrenco. (págs. 1 e D3)

Mercado de trabalho

A taxa de desemprego medida pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu para 7,9% da população economicamente ativa em maio. É o menor percentual já registrado para o mês e o segundo menor da série histórica inicada em 2002.(págs. 1 e A7)

Papel resiste à era digital

Ao contrário do que se acreditava há alguns anos, a popularização do computador não reduziu o uso do papel. Pelo contrário: em cinco anos o consumo cresceu 24% no Brasil. (págs. 1 e B4)

Idéias: Michael Reid

Perigo de se ignorar a inflação é uma lição que não precisa ser novamente ensinada à AL. (págs. 1 e A13)

Idéias: John Kay

Mercado não é tão suscetível a manipulação como desejariam os assessores de comunicãção. (págs. 1 e A13)

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Gazeta Mercantil

Desemprego

Taxa cai a 7,9%, a 2ª- menor desde 2002 (págs. 1 e A4)

STF discute a importação de carcaça de pneus

O governo tenta hoje convencer o Supremo Tribunal Federal (STF) a proibir a importação de carcaças de pneus, que são usadas por empresas nacionais como matéria-prima mais barata para fabricação de pneus reformados. Fará isso na audiência pública convocada pela ministra Cármen Lúcia. Trata-se do segundo evento desse tipo organizado pelo STF. O primeiro, em abril do ano passado, foi a audiência pública para discutir a liberação do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas. A sessão para julgar o caso não foi agendada. O Executivo tenta no STF derrubar liminares que permitem a importação de carcaça de pneus e assim manter a vitória obtida na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a União Européia, que quer vender pneus reformados ao Brasil. Para a OMC, a compra de carcaças é uma medida que prejudica a concorrência entre reformadores nacionais e estrangeiros. (págs. 1 e A8)

Primeiro Plano: Ipea sob controle

A Presidência da República determinou ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) suspender divulgação trimestral de projeções econômicas. Estimativas de inflação, só no início do ano e “quando conveniente”. (págs. 1 e A5)

Primeiro Plano: Cenário externo derruba bolsas

A disparada do barril de petróleo e as más notícias do setor bancário derrubaram as bolsas nos EUA e no Brasil. A Bovespa caiu 2,89%, para 63.946 pontos, devolvendo os ganhos de quarta-feira. (págs. 1, B2 E B3)

Primeiro Plano: Anheuser diz não à Inbev

A Anheuser-Busch rejeitou a oferta de compra da InBev, por considerar que subestima seus ativos, disse Patrick Stokes, presidente do conselho administrativo. (págs. 1 e C4)

Opinião: Roberto Rodrigues

O setor sucroalcooleiro precisa de políticas públicas sem subsídios ou barreiras a terceiros, mas que sustentem os preços do açúcar e reequilibrem a cadeia produtiva. (págs. 1 e A3)

Fim de Semana: 1968, nunca houve ano como aquele

Três sextas-feiras trágicas anunciaram que 1968 entraria para a História como um ano difícil para o Brasil. Na primeira, em março, foi morto o estudante Edson Luiz de Lima e Souto. Em junho, a forte repressão às manifestações estudantis marcou a “Sexta-Feira Sangrenta”. Por fim, na sexta-feira 13 de dezembro, seria decretado o AI-5. Em edição especial, o caderno Fim de Semana relembra acontecimentos que mudaram não só a vida política do País, mas também o comportamento de quem viveu aquele período, como lembra em texto exclusivo da atriz Maria Lúcia Dahl.(pág 1)

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Veja

Petróleo – Por que o preço está tão alto


Corrupção – A empresa que subornava conselheiros e juízes

Entrevista: Gilberto Carvalho – A sombra de Lula – O chefe-de-gabinete fala dos bastidores do governo, das crises e do dia em que o presidente pensou em mudar a economia

A empresa que subornava conselheiros e juízes

Entrevista: Gilberto Carvalho – A sombra de Lula – O chefe-de-gabinete fala dos bastidores do governo, das crises e do dia em que o presidente pensou em mudar a economia. (págs. 11 a 15)

Ponto de vista – Claudio de Moura Castro – O Senai na mira do governo – “É um risco trocar um operador historicamente bem-sucedido pela ingerência de outro com folha corrida muito mais incerta. Arriscamo-nos a passar de cavalo para burro”. (pág. 20)

Compraram o Tribunal- Documentos revelam que conselheiros do TCE do Rio de Janeiro vendiam decisões a prefeituras. (Capa e págs. 62 a 65)

Caça aos “Fichas-sujas” – O DEM decidiu rejeitar a candidatura de acusados de delitos graves. O que os outros partidos estão esperando? (págs. 66 e 67)

Entre bicadas e beijos – Depois de quatro meses de impasse, Alckmin consegue demover resistências e é sagrado candidato tucano à prefeitura de São Paulo. (págs. 68 e 69)

O misterioso RJ – Polícia suspeita de ligações do senador Romero Jucá com a quadrilha da Gautama. (págs. 70 e 71)

Mentira tem asas curtas – Sobram indícios de que o advogado Roberto Teixeira fez tráfico de influência. E agora ele admite, finalmente, ter recebido 5 milhões de dólares para atuar no caso Varig. E esse valor pode subir ainda mais. (págs. 72 a 74)

O petróleo nunca mais será barato – Uma conjunção de fatores empurra o preço do combustível par aum novo patamar. (Capa e págs. 76 a 78)

A revolucionária discreta – Ruth Cardoso deixa um legado precioso na política social brasileira. (pág. 88)

Diogo Mainardi – O flanelinha dos ares – “Em 22 de agosto de 2006, Roberto Teixeira foi recebido no Palácio do Planalto. Perguntei por que a Varig teria pago as suas despesas da viagem a Brasília. Ele respondeu candidamente que “aproveitava as idas aos tribunais e passava no Planalto’ “. (pág 133)

Roberto Pompeu de Toledo – Primeira-dama – “Na morte, ficou claro que a admiração e o respeito por Ruth Cardoso eram uma unanimidade”. (pág. 142)

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Época

Exclusivo: Ustra, o coronel que comandou o principal centro de torturas do regime militar, tenta se defender

Dá para perdoá-lo? – Em sua casa em Brasília, o coronel Brilhante Ustra, símbolo da violência da ditadura, tenta defender-se daqueles que querem levá-lo ao banco dos réus. (Capa e págs. 38 a 44)

Um “milagre” e três mortos – Como o projeto que favorece o ex-bispo Marcelo Crivella, no Rio, recebeu verba do Ministério das Cidades sem aprovação do Senado – e causou uma tragédia. (págs. 46 a 48)

Balcão de sentenças – O ex-ministro do Supremo Carlos Velloso é chamado para depor na polícia num caso de compra de decisões judiciais. (págs. 50 a 52)

A campeã da impopularidade – Por que o governo de Ana Júlica Carepa, no Pará, registra as piores taxas de aprovação do país. (págs. 54 e 55)

Cota para os amigos – O Ministério Público quer fechar um curso de Direito exclusivo para assentados rurais e pequenso produtores. (pág. 56)

Eles podem concorrer? – O movimento de veto a candidatos com ficha suja ganha força nos tribunais e na sociedade. (pág. 57)

O homem-bomba dos pampas – Quem é Paulo Feijó, o vice-governador do Rio Grande do Sul, um neófito em política e de idéias ultraliberais, que arrastou o governo de Yeda Crusius para sua maior crise. (págs. 60 e 61)

Nossa política – Ricardo Amaral – O lulismo está aí e desafia os partidos – “A liderança do presidente está associada a políticas sociais, diz uma pesquisa feita pelo PT”. (pág. 62)

Entrevista – José Goldemberg – “O Brasil nã precisa de energia nuclear” – O físico que ganhou o Nobel do Meio Ambiente critica o governo por ampliar o programa atômico. (págs. 80 a 82)

A primeira-dama da República – No difícil papel de mulher do presidente, a professora Ruth Cardoso foi discreta, independente e repúblicana. Deixou um legado inovador nas políticas sociais. (págs. 150 a 152)

O avião brasileiro de Hugo Chávez – O projeto armamentista da Venezuela inclui um monomotor do Brasil e submarinos da Rússia. (págs. 156 a 158)

Nossa antena – Ruth de Aquino – Quando todos só cumprem ordens – “A evasão de responsabilidade reúne o coronel da tortura, os soldados no morro, senadores, delegados, ministros e o governador”. (págs. 186)

Exclusivo: Ustra, o coronel que comandou o principal centro de torturas do regime militar, tenta se defender

Dá para perdoá-lo? – Em sua casa em Brasília, o coronel Brilhante Ustra, símbolo da violência da ditadura, tenta defender-se daqueles que querem levá-lo ao banco dos réus. (Capa e págs. 38 a 44)

Um “milagre” e três mortos – Com o projeto que favorece o ex-bispo Marcelo Crivella, no Rio, recebeu verba do Ministério das Cidades sem aprovação do Senado – e causou uma tragédia. (págs. 46 a 48)

Balcão de sentenças – O ex-ministro do Supremo Carlos Velloso e chamado para depor na polícia num caso de compra de decisões judiciais. (págs. 50 a 52)

A campeã da impopularidade – Por que o governo de Ana Júlia Carepa, no Pará, registra as piores taxas de aprovação do país. (págs. 54 e 55)

Cota para os amigos – O Ministério Público quer fechar um curso de Direito exclusivo para assentados rurais e pequenos produtores. (pág. 56)

Eles podem concorrer? O movimento de veto a candidatos com ficha suja ganha força nos tribunais ena sociedade. (pág. 57)

O homem-bomba dos pampas – Quem é Paulo Feijó, o vice-governador do Rio Grande do Sul, um neófito em política e de idéias ultraliberais, que arrastou o governo de Yeda Crusius para sua maior crise. (págs. 60 e 61)

Entrevista: Ricardo Amaral – O lulismo esta´aí e desafia os partidos – “A liderança do presidente está associada a políticas sociais, diz uma pesquisa feita pelo PT”. (pág. 62)

Entrevista: José Goldemberg – “O Brasil não precisa de energia nuclear” – O físico que ganhou o Nobel do Meio Ambiente critica o governo por ampliar o programa atômico. (págs. 80 a 82)

A primeira-dama da República – No difícil papel de mulher do presidente, a professora Ruth Cardoso foi discreta, independente e republicana. Deixou um legado inovador nas políticas sociais. (págs. 150 a 152)

O avião brasileiro de Hugo Chávez – O projeto armamentista da Venezuela inclui um monomotor do Brasil e submarinos da Rússia. (págs. 156 a 158)

Nossa antena – Ruth de Aquino – Quando todos só cumprem ordens – “A evasão de responsabilidade reúne o coronel da tortura, os soldados no morro, senadores, delegados, ministros e governador”. (pág. 186)

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ISTOÉ

Márcio Fortes diz que não tem como controlar verba


Inflação: o governo aciona o alerta vermelho contra o dragão


Beber e dirigir

A lei brasileira se torna uma das mais duras no mundo e exige completa mudança de hábitos. Até que ponto esse radicalismo vai resolver os abusos no trânsito?

Entrevista: Carlos Lessa – “O Brasil não vai escapar da inflação” – Ex-presidente do BNDES critica estratégia do governo para enfrentar alta do petróleo, mas elogia biocombustível. (págs. 4 a 7)

A campanha do telhado de vidro – Os problemas do trânsito inauguram a disputa eleitoral em São Paulo e os quatro principais candidatos têm de explicar por que pouco fizeram quando passaram pelo governo. (págs. 38 a 41)

O buraco do PAC – Ministério das Cidades é alvo de devassa pela PF por causa de projetos fraudulentos. E o ministro Márcio Fortes admite que não tem como controlar funcionários corruptos. (Capa e págs. 42 a 44)

Leonardo Attuch – A oportunidade do ano – “Dois filhos de Lula criaram uma consultoria num imóvel de Roberto Teixeira. O que será que pretendem vender?” (pág. 44)

Lindberg denunciado – Ministério Público acusa prefeito de Nova Iguaçu de fraude e ele pode perder o mandato. (pág. 45)

Adeus, dona Ruth – A antropóloga e ex-primeira-dama que criou o Comunidae Solidária morre de infarto. (págs. 47 a 48)

Pública ou oficial? – Seis meses depois de ir ao ar, TV Brasil tem pouca audiência e é acusada de chapa-branca. (pág. 50)

O último dos autênticos – Exemplo de conduta ética, o senador Pedro Simon é hoje um político isolado e diz que não deixa o PMDB porque não tem para onde ir. (págs. 52 e 53)

Internet rápida nas escolas – Governo faz acordo com telefônicas e banda larga já funciona nas salas de aula. (págs. 60 e 61)

Beber e dirigir agora dá cadeia – Nova lei que prevê até prisão para quem guiar após ingerir álcool, tenta mudar as alarmantes estatísticas de acidentes e causa polêmica por sua rigidez, resta saber se a fiscalização será eficiente. (Capa e págs. 76 a 81)

Bom para eles, ruim para nós? – Ligado ao lobby do etanol de milho, Barack Obama quer manter subsídios. John McCain prefere o etanol de cana brasileiro. (págs. 94 e 95)

Alerta vermelho – Índices de inflação sobem acima do previsto e colocam em xeque a idéia de que apenas o aumento de juros será suficiente para derrubá-la. (Capa e págs. 96 e 97)

Última Palavra – José Márcio Camargo – Bolsa Família, um investimento no futuro – a “porta de saída” do programa é melhorar a qualidade da pré-escola e da escola fundamental públicas”. (pág. 114)

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ISTOÉ Dinheiro

Poderosos batalham pelo controle do setor

Entrevista/Paulo Castro – “Não bvasta dar um laptop para cada criança” – Formado em Ciências da Computação e pós-graduado em Negócios, o executivo Paulo Castro tem acompanahdo de perto os projetos de inclusão digital em andamento no Brasil. Diretor-geral do Terra Brasil e presidente do IAB Brasil, Interactive Advertising Bureau, Castro acredita que o governo está no caminho certo para proporcionar o acesso à internet às populações mais remotas do País. Mas avisa: a fonte de energia para o Brasil se tornar uma potência da internet está na popularização da banda larga. O executivo representou o Brasil no Festival Internacional de Publicidade, de 2008, em Cannes. Da França, falou à DINHEIRO. (págs. 10 a 12)

A guerra dos portos – Uma disputa bilionária no setor portuário mobilizou ministros, senadores e titãs do capitalismo nacional. Pela primeira vez, Eike Batista o homem mais rico do Brasil, saiu perdendo. (Capa e págs. 30 a 33)

PAC global – Com gastos trilionários, o mundo irá viver o maior ciclo de expansão da infra-estrutura da história, mas o Brasil, por ora, ainda é um coadjuvante. (págs. 34 e 35)

Como tirar US$ 4 bilhões dos EUA – O Brasil já pode retaliar os americanos e um dos alvos é a indústria farmacêutica. (págs. 36 e 37)

O que a Opep quer do Brasil – De olho no pré-sal, o cartel do petróleo estende o tapete vermelho ao País, mas pode ser mais interessante ficar de fora. (págs. 38 a 40)

Ensino em três dimensões – Um brasileiro com nome de gringo cria um programa educacional 3D inédito, que atrai professores e alunos de 12 países. (págs. 42 e 43)

Alto teor sexual – Empresa americana apela para a nudez para vender cachaça nos EUA e acende uma discussão sobre a imagem do Brasil no Exterior. (págs. 72 e 73)

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CartaCapital

A remarcação está de volta

Não só o petróleo e os alimentos são os vilões da inflação. Em resposta previsível, o BC promete levar o juro às alturas

Bolsa Família – Apesar dos preconceitos, atinge seus objetivos

Nossa fome cotidiana – Bolsa Família – Pequisa inédita mostra que, apesar dos preconceitos, o programa federal atinge seus objetivos. Embora sozinho, não seja suficiente contra a pobreza. (Capa e págs. 11 a 15)

Se correr, o dragão pega – Economia – A inflação é generalizada e gera um endurecimento do discurso do BC. (Capa e págs. 24 a 28)

Aos Target Lovers – Política monetária – O regime de metas de inflação parece ignorar a globalização. (Capa e págs. 28 a 30)

Sextante – Antonio Delfim Netto – O fantasma de 1998-2002 – “Semuma política fiscal razoável e sem um plano exportador sério, corremos riscos em 2008-2012”. (pág. 32)

A torneira está aberta – Alstom – O vazamento de informações sigilosas prejudica a investigação no Brasil. (págs. 34 e 35)

Em defesa do Estado – Entrevista – Ex-presidente da Funai, o antropólogo Mércio Gomes afirma que as ONGs ocupam o vazio institucional da Amazônia. (págs. 36 a 38)

Rosa-dos-Ventos – Maurício Dias – O presidente Lula imita o rei Pelé. (págs. 40 e 41)

O entusiasmo decide – EUA – A quatro meses da eleição, Obama aparece nas pesquisas com vantagens quantitativas e qualitativas quase insuperáveis. (págs. 46 e 47)

Mais-valia – Contas externas – Fundo soberano para quê? (pág. 52)

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EXAME

Economia – A dura vida das empresas brasileiras em meio ao caos argentino

Cristina contra nós – As medidas que a presidente argentina adota contra a crise pioram o ambiente de negócios – e tornam torturante o dia-a-dia das empresas brasileiras que atuam no país. (Capa e págs. 34 a 38)

O barato pode sair caro? EXAME – foi ver de perto as obras na Fernão Dias, rodovia leiloada à iniciativa privada no ano passado pelo modelo de pedágio barato. Há sinais de melhoria – mas não a ponto de reverter os problemas estruturais da estrada. (págs. 44 a 46)

È preciso pôr o pé no freio – Nunca os brasileiros consumiram tanto – e isso ajuda a explicar o bom momento do país. Mas os indicadores mostram que é preciso arrefecer o consumo, sob pena de a inflação dar um novo salto. (págs. 52 a 54)

Vida Real – J.R. Guzzo – Ninguém mais quer conversa com a inflação – A recente alta dos preços no Brasil mostra o quanto o país mudou – hoje, o índice de 7% é considerado uma calamidade; no passado, era o que se tinha a cada semana. (págs. 58 e 59)

A Vale quer ser verde – A maior empresa privada do Brasil lança uma campanha com apelo ecológico – seu maior desafio será provar que sua preocupação vai além do marketing. (págs. 74 e 75)

A cruzada de Gerdau – Depois de passar o comando da siderúrgica da família para o filho André, Jorge Gerdau hoje se dedica obstinadamente a levar conceitos de boa gestão para a esfera pública. (págs. 82 a 85)

Sete Perguntas – Para Michael Charlton – “São Paulo ainda não é global” – Especialista explica por que a maior metrópole brasileira ainda não está na lista de cidades mais atraentes para os investidores estrangeiros. (pág. 154)

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