Coluna do JBL (PR)

O FIM DO SÉCULO XX

joao-02_edited.jpgColuna do JBL 

________________________________________________________________

LOBINHO NO PLANALTO 1

***** Como antecipei na coluna anterior, a partir de informações que obtive de uma fonte de Brasília, a estratégia dos lobos é esconder ao máximo seus passos. Mas não só isso! Eles pretendem confundir ao extremo a opinião pública e, sobretudo, ao jornalismo investigativo. Ontem, por exemplo, Lobãozão, o filhote de ministro, evitou antecipar o que Lobaãozinho, o filhote de senador, fará politicamente. Contudo, devido ao insistente repoertório de perguntas de jornalistas, Lobãozão acabou por dizer que Lobãozinho já está no Brasil e está ”tomando as devidas providências” para se defender de denúncias de utilização de laranja para sonegar impostos, ser sócio oculto em empresa de bebidas, além de cometer uma série de irregularidades na venda de uma emissora de televisão no interior do Maranhão. É claro que Lobãozinho, que também é alcunhado de Edinho 30, diante da possibilidade de ganhar uma cadeira no senado sem nunca ter sido voltado, nega tudo…

 

LOBINHO NO PLANALTO 2

***** Essa minha fonte federal me informou que desde que souberam que o pimpolho já estava no Brasil, e com a disposição de assumir a vaga deixada por Lobãozão, alguns senadores e deputados começaram a ter um tipo de ascaridíase político-partidária. “E agora, o que fazer com esse imbróglio?” perguntavam-se atônitos alguns parlamentares. No Senado a Corregedoria já oficializou pedido de informação para a Polícia Federal procurando saber se contra Lobinho existem outras acusações. Também ações junto à Receita Federal já foram iniciadas para saber qual seria o montante real da sonegação. Pelo jeito a semana promete!

 

LOBINHO NO PLANALTO 3

***** Mas os parlamentares que estão preocupados com a posse de Lobinho podem ficar feito baratas tontas após um porre de inseticida. Por quê? Explico: um dos estratagemas de Lobinho seria retardar sua posse, pois se ele assume e imediatamente pede licença, quem assumiria em seu lugar seria o 2º suplente, um tal Remi, que está encalacrado com a Justiça até a terceira geração. Ora, ora, ora… Convenhamos: é tudo que Lobãozão não quer que aconteça, Lobinho sairia de cena e, em seu lugar, ficariam o paizão e o segundão como espelho exposto às pedradas…

 

LOBINHO NO PLANALTO 4

***** …assim sendo a estratégia seria assumir a vaga somente no limite. Explico: Lobinho, por obra e graça de uma legislação caduca, atemporal, cínica, arbitrária – e coisas que tais -, tem 60 dias para assumir; e ainda pode receber o “benefício” de mais 30 dias, ou seja, ele, Lobinho, tem 90 dias no total para pensar e repensar o que irá fazer. Contudo, o mais original de tudo isso, segundo essa minha fonte, é o seguinte: Lombinho estaria sendo “instruído” por seus advogados a não tomar posse neste primeiro momento. Por que? Ora… Óbvio: (1) cairia no esquecimento da imprensa e do povo; (2) Lobãozão teria fôlego para desenvolver algum trabalho competente no Ministério de Minas e Energia; (3) o Senado Federal seria poupado de mais um desgaste por exposição de membro de seu corpo envolvido com denúnicas de corrupção; (4) a saída de Lobinho do DEM seria menos alvoroçada, assim como sua transferência para o PMDB (provável partido que o abrigará)… E por aí vai!

 

DESMATAMENTO 1

***** Durante o ano passado vários organismos, insltituições e pessoas denunciaram o que agora ficou definitivamente comprovado: o aumento do desmatamento da Amazônia brasileira. Mas também, durante o ano passado, organismos, instituições e pessoas do Governo Lula, insistiram em desmentir essa obviedade. Lembro até de determinados conceitos, por parte do governo, que inferiam de certa maneira uma tipologia de sinistrose da imprensa brasileira de de algumas ONG’s que ousaram denunciar o desmatamento. Deu no que deu…

 

DESMATAMENTO 2

***** Agora, que a vaca já foi pro brejo, ou melhor, que a madeira já foi pra Ásia, o governo Lula, inclusive o próprio, resolve adotar medidas para conter o desmatamento em 36 municípios que mais praticaram a derrubada da floresta. Antes de tudo é preciso dizer: “antes tarde do que nunca”! Mas também é preciso dizer que o governo Lula, o PT, o lulismo e de sobra a base de apoio xiita, tem que acabar com essas estória de achar que a imprensa os persegue. É claro que existe também uma imprensalha para quem tanto faz, como tanto fez, mas é preciso que os senhores donos do poder brasileiro acabem com essa sinistrose de perseguição. O fato está posto! E agora, Lula? Só essas medidas não vão resolver o caos do desmatamento. DU-VI-D-O-DÓ. Duvido!

 

DESMATAMENTO 3

***** Deu gosto de ver a briguinha ministerial entre Marina Silva (Ministério do Meio Ambiente) e Reinhold Stephanes (Ministério da Agricultura). Deu para perceber que ambos não leram a cartilha recém distribuida pelo “professor lula”. Silva deblaterava que os culpados pelo desmatamento da amazônia eram os plantadores de soja e os criadores de gado; Stephanes não aceitava essa argumentação e concluia dizendo que não houve aumento do plantio de soja, nem da população bovina.

 

DESMATAMENTO 4 

***** Eu, de cá da minha pequenez, digo ao senhores ministros: evidentemente que nem só a soja, como nem só o boi são os responsáveis pelo desmatamento, mas há uma forte contribuição desses segmentos. Rondônia, por exemplo, tem hoje uma população bovina da ordem de 13 milhões de cabeças. Isso é mais ou menos a população da cidade de São Paulo; em Mato Grosso a soja de fato tem invadido e derrubado áreas imensas, mas não se pode dizer que somente ela é responsável pelo desmatamento. 

__________ 

Presidente/2010

É possível… Requião Presidente!?

Por João Batista do Lago

thumb_gov_04.jpg

A experiência me leva a inferir que, em Política, tudo é possível.
Quem imaginava o deputado Severino Cavalcante, parlamentar cearense, do PP, tido e havido como integrante do “Baixo Clero” (denominação esdrúxula e atemporal que se dá, jocosamente, aos deputados que não fazem parte da cúpula central da Câmara dos Deputados federais, ao mesmo tempo em que se cria uma figura de linguagem que pressupõe um tipo de mecanicismo classista, de tez utilitarista, no corpo político do Poder Legislativo), ser eleito para a presidência do Poder Legislativo? Quem imaginava que o ex-presidente José Sarney chegasse à Presidência da República? Quem imaginava a defenestração do ex-presidente Fernando Collor de Mello, da Presidência da República? Quem imaginava, em sã consciência, num país apegado à cultura conservadora, discricionária e preconceituosa, além de elitista e aburguesado, como é o caso do Brasil, assistirmos a eleição, e a reeleição (!), de um torneiro mecânico, como o atual Presidente Luis Inácio Lula da Silva?
Pois é… Todos esses fatos integram a recente história da Política Brasileira. E mesmo que nada mais de “espetacular” tivesse ocorrido, aqui ou alhures, apenas estes fatos, verdadeiros “acidentes”, seriam suficientes para um analista político sustentar, ainda que empiricamente, que, em Política, tudo é possível. Outro motivo que também joga em favor de se enfatizar o papel dos “acidentes” é a parte destacada que alguns grandes líderes políticos parecem ter na formação dos destinos dos seus países. É claro, nem tudo é acidente no contexto da liderança. É possível descobrir regularidades, por exemplo, na formação ou no desenvolvimento da carreira (Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel Brizola, Carlos Lacerda, Juscelino Kubitschek, Ulisses Guimarães, Luis Carlos Prestes, são alguns bons exemplares desta categoria).
Mas o modo como esses homens e mulheres têm probabilidade de se comportar dependerá de outros eventos além dessas características e de outros fatores além do ambiente político: a personalidade é, antes de qualquer outra coisa, uma característica individual. Algumas pessoas tendem a minimizar o papel dos líderes – existe de fato um grande debate a esse respeito -, mas a maior parte dos cientistas políticos acha difícil e, em casos extremos impossível, negar que os líderes “fazem diferença”. E essa negação se torna difícil por que, ao negarem, terão que, ao mesmo tempo, negarem quaisquer tipos de influências a um dos elementos mais visíveis da vida política e, assim, reduzir o papel dos fatores políticos nos quais, os negadores, se acham contextualizados.DA REPORTAGEM

Antes de dar continuidade a este artigo, devo destacar que o mesmo decorre de uma reportagem de página inteira, publicada no jornal Gazeta do Povo, do Paraná, no dia 19 de novembro deste ano, na página 11, seção “PARANÁ POLÍTICA”, caderno DOMINGO, de autoria do jornalista André Gonçalves. O excelente discurso lírico-midiático do jornalista André Gonçalves, seja na forma ou no conteúdo, traduz e retraduz, de maneira competente, de ambos os lados, seja a favor ou contra, a probabilidade do Governador Roberto Requião ser candidato à Presidência da República, pelo PMDB. E ele ainda, competentemente, traz um terceiro e um quarto argumentos, o do filósofo Roberto Romano, professor do Departamento de Filosofia Política da Unicamp, e do cientista social Adriano Codato, da UFPR, transformando, assim, uma simples reportagem localista em peça político-literária do campo da Política universal. Finalmente, André Gonçalves relembra os dias em que o atual Senador Álvaro Dias, à época Governador do Paraná, aventurara-se na mesma empresa: candidatar-se à Presidência da República.
André Gonçalves, aos meus olhos, pareceu-me, assim como parece, – a mim e tão-somente a mim – um jornalista consciente e competente, uma raridade nas inúmeras redações (de micro, pequenos, médios e grandes jornais) espalhadas por este país afora. Soube, num espaço privado (o jornal), eminentemente contrário e sistematicamente de oposição ao governo requianista, como é público e notório, estabelecer a distância exata no que concerne ao profissional (o jornalista), a reportagem (texto) e ao jornal (o veículo), além de obscurecer quaisquer orientações superiores que, porventura, tornassem aquela reportagem uma retórica de desbragado oposicionismo chulo.
Aos meus olhos, isso revela que nem tudo está perdido. A Ética, no Jornalismo, ainda é possível. E como faz bem a gente (leitores) perceber que o jornalismo pode ser, ainda que contrário… ainda que de orientação oposicionista ser bem exercido, e assim, transmutar para o corpo social a idéia de responsabilidade, competência e ética profissionais. Não vai aqui nenhuma exageração: essa reportagem poderia (como pode a qualquer momento) servir aos professores e às faculdades de Jornalismo, tão carentes de bons exemplos, para uma efetiva aula sobre Jornalismo Político. Parabéns ao jornalista, ao jornal e à empresa e seus empresários.

DOS ATORES

O principal “ator político”, o Governador Roberto Requião, neste quadro da peça e do escript, encontra-se ausente, mas toda a cena desenrola-se em torno da sua personagem. Como coadjuvantes têm-se o Vice-Governador Orlando Pessuti (PMDB), o presidente da Assembléia Legislativa, Hermas Brandão (PSDB), o professor do Departamento de Filosofia Política da Unicamp, Roberto Romano, e, finalmente, o cientista social Adriano Codato, da UFPR.
O texto encenado por Pessuti e Brandão, como se diz no teatro italiano, são “buffone”. Feitos para fazer a platéia rir. Caricatos. Desprovidos de personalidades próprias. Suas análises não vão além do senso comum, do opinismo, do achismo, do ridículo, enfim… da tautologia opinativa, uma imitação comédica que tem o atributo de fazer a platéia “morrer de rir”. A inconsistência do texto dos dois atores me faz parar por aqui, pois, deles, já falei demais e o suficiente para contextualizá-los.
Entretanto, o texto que nos é dado ouvir da boca do filósofo Roberto Romano, que nos parece mais um “caco”, não deixa de ter uma determinada conexão (ainda que distante) com os atores dos quais falei no parágrafo anterior. Do alto da sua sapiência deusífica, numa comediografia a lá William Shakespeare, cheia de sutilezas e subjetivismos, o texto desse ator não ultrapassa além de três cenários: 1) mudança da legislação para permitir um terceiro mandato ao Príncipe atual, 2) saída do PSDB e entrada no PMDB do governador Aécio Neves; e, 3) adesismo de Roberto Requião ao status quo.
Analisemos essa “cacofonologia” a partir dos cenários criados por ele, isto é, a partir de uma pergunta básica? Qual a intertextualidade do seu discurso? Ou seja, o que há, por preexistente, em suas palavras? Nada mais, nada menos do que querer garantir a continuidade e a estabilidade do status quo. A quem interessa esse continuísmo? À elite burguês-nacionalista brasileira que, nessa comédia é representada por esse texto desse ator, que jamais pensou abandonar, por mínimo que seja, as tetas gloriosas da nação brasileira, por intermédio de um Estado utilitarista, mecanicista, e porque não dizer, que tem o fim em si, e esse si não passa da elite política café com leite e queijo, e pão de queijo, que domina este país desde a metade do século passado.
Entretanto, há, também, interdito na sua fala, o que ele não esperava que ocorresse ou que fosse percebido, como dissemos no início deste artigo: “(…) enfatizar o papel dos “acidentes” é a parte destacada que alguns grandes líderes políticos parecem ter na formação dos destinos dos seus países. É claro, nem tudo é acidente no contexto da liderança. É possível descobrir regularidades, por exemplo, na formação ou no desenvolvimento da carreira (Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel Brizola, Carlos Lacerda, Juscelino Kubitschek, Ulisses Guimarães, Luis Carlos Prestes, são alguns bons exemplares desta categoria) (…)”.
O que pretendo afirmar com isso é que, ao negar, por um viés político-filosófico, a probabilidade de uma possível candidatura do governador Roberto Requião, à Presidência da República, Romano, paradoxalmente, insere, Roberto Requião, no rol de “grandes líderes políticos” que “parecem ter na formação dos destinos dos seus países” a “regularidade” necessária para atingir o topo da política nacional (mesmo que isso jamais ocorra, ainda assim, o paranaense passa a integrar a lista de líderes que têm estrela própria, o que significa dizer: estabilidade político-partidária, fidelidade partidária, respeito pelo programa e pela ideologia do partido, entre outros atributos), além do que “a personalidade é, antes de qualquer outra coisa, uma característica individual”. Isso “faz a diferença” entre o líder e o político comum.
Mas, ao mesmo tempo, o seu discurso revela o fisiologismo que, presume-se a partir de agora, constitui-se no governador mineiro, Aécio Neves, do PSDB, se tomarmos as palavras de Romano como verdade absoluta. Ou seja, se o governador mineiro não for escolhido candidato à Presidência da República pelo seu partido, baterá asas em direção a um outro que lhe dê abrigo. E, se porventura isso se der como verdade, e se este partido escolhido for o PMDB, este, como partido político, não passará de um eterno coadjuvante da cena política brasileira, e aquele, o governador Aécio Neves, de um mero e reles político fisiologista. Ironia da filosofia do discurso: Romano interioriza, isto é, intercontextualiza, tais hipóteses. Enquanto isso, dá a Roberto Requião um caráter de “líder político” que, mesmo que não seja o escolhido, não poderá ser comparado aos macacos que pulam de galho em galho, e passará à história como um político que manteve “regularidade” e “personalidade”.
Mas a revelação mais séria e contundente, e mesmo temerosa, para a, ainda, incipiente democracia brasileira, é a defesa desbragada que ele faz de um terceiro mandato para o Príncipe atual, o Presidente Lula. Seu discurso é um jogo de cartas marcadas com tal sutileza que soe ocorre aos exímios, exuberantes e elegantes ladrões do jogo de pôquer, que perambulam pelos salões dos palácios de Las Vegas.
Romano ainda comete uma última verborragia. Determina (o verbo é este mesmo, senhores leitores), do alto da sua empáfia, que o presidente “não tem qualquer sucessor dentro do seu partido”. Desrespeito total e absoluto a uma instituição que nasceu das bases (talvez o único partido brasileiro que tenha este atributo), o PT. O sofista panegírico da Unicamp já determinou que o PT, e portanto o presidente Lula, não terá candidatura própria. E pronto! Os senhores petistas – e não menos o partido – devem recolher-se à sua insignificância. E ele avança ainda mais na sua construção dêusica: “Nesse sentido o Requião se encaixaria muito bem, até pela sua visão de esquerda. É nisso que eu acho que ele está apostando com essas conversas que ele tem mantido após a eleição”. Neste ponto o panegirista assume, ou se deixar possuir, pela alma de um bruxo, desses a lá Paulo Coelho. Tentativa clássica de desconstrução de uma possível candidatura do Governador Requião à Presidência da República. Contrasta todo esse discurso romântico-idealista do iluminista campinense, o cientista social Adriano Codato, da UFPR, para quem, Requião, é “uma possível alternativa esquerdista”, porque “se encaixa nos anseios do empresariado nacionalista e está numa trajetória ascendente”. Meno male.
A pergunta é: a mando de quem toda essa filorragia do filósofo Roberto Romano, professor do Departamento de Filosofia Política da Unicamp? Do PMDB? De Michel Temer, presidente do partido? Do Presidente Lula? De Renan Calheiros, presidente do Senado? Do ex-presidente José Sarney? Enfim, quem está por detrás de todo esse discurso!? Pergunte-se algo mais: a quem interessa o continuísmo do status quo político-brasileiro, manietado há mais de 50 anos por uma aliança Sul-Sudeste, com insignificantes interrupções, sob a orientação hegemônica da política café com leite e queijo, e sustentado econômico-financeiramente pela Fiesp? A quem interessa a eliminação do Estado do Paraná do jogo da corrida presidencial? Quem responder ganha um doce… (pode ser uma xícara de café ou marmelada com queijo, ou pão-de-queijo simplesmente).
Para finalizar: o único Estado federativo que tem hoje condições efetivas de quebrar essa hegemonia do café com leite e pão de queijo é o Paraná; o único político paranaense que reúne, na atualidade, todos os atributos para ser candidato à Presidência da República, é o Governador Roberto Requião; o único governador do país que nunca mudou de partido é o Governador do Paraná; o único político do PMDB, hoje, com regularidade e personalidade individuais, capaz de enfrentar os leões carismáticos da política nacional, sobretudo do seu partido, é, sem dúvida, Roberto Requião. Portanto, se o PMDB paranaense, assim como o PMDB nacional, quiser retomar sua bandeira programática, única com visão de Brasil, entre todos os atuais partidos políticos, construída nos primeiros cinco anos dos anos 70, quando ainda era MDB, tem aí a sua grande oportunidade, posto que, Roberto Requião é “alazão” de sangue puro, assim como Pedro Simon, Paulo Brossard, Domingos Freitas Diniz, Amir Lando, Osmar Serraglio… e muitos e muitos outros “emedebistas velhos de guerra”, capazes de nacionalizar a candidatura de Roberto Requião, até por que o PMDB, do ponto de vista da estrutura partidária, é o único partido ao qual poderíamos, efetivamente, considerar “nacional”.
E para definitivamente encerrar esta prosa: se me fosse dado oportunidade de falar ao Governador Roberto Requião, pediria a este que agradecesse imensamente ao sofismo de Roberto Romano, professor e filósofo respeitabilíssimo, seja no Brasil, seja no exterior, por lhe assegurar, nas constelações das grandes figuras da política brasileira, um lugar à altura de políticos como Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel Brizola, Carlos Lacerda, Juscelino Kubitschek, Ulisses Guimarães, Luis Carlos Prestes…

__________

Anúncios

2 Comments

  1. Posted terça-feira, 26, fevereiro 2008 - at 13:46 pm | Permalink

    Parabéns pelos excelentes artigos,João Batista!

  2. Posted terça-feira, 12, agosto 2008 - at 18:14 pm | Permalink

    ESSE GRANDE COMENTARIO PODERA BALANÇAR AS ESTRIBEIRAS DA GRANDE MIDIA QUE POR SINAL TEM MEDO DESTA POSSIBILIDADE ATÉ POR QUE SUA TRAJETORIA POLITICA E SUA LUTAR CONTRA Á GRANDE MIDIA ENTREGUISTA E CEM UM MINIMO DE INTERESSE DE UM GRANDE PROJETO NACIONAL ELE PODE SER NÃO SO’UMA ALTERNATIVA COM Á VOLTA DA ERA VARGAS


2 Trackbacks/Pingbacks

  1. […] “A posse em si não tem nada de escandaloso. É prática normal em governos democráticos ou não-democráticos, até. O fato estranho é que, o PMDB, indicou um senador que tem um filho, Lobãozinho, filhote de senador, que é o primeiro suplente de Lobãozão.” (mais…) […]

  2. […] Matéria relacionada:. […]

Comente

Required fields are marked *
*
*

%d blogueiros gostam disto: